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Simone da Silva, 45, casada, mãe de um menino que sofre paralisia cerebral, é um exemplo de uma guerreira que literalmente dribla as dificuldades para ajudar seu filho.

Ela é mãe de João Vítor Mello, de oito anos de idade. Ele sofre de uma paralisia que compromete o movimento das pernas, mas sua deficiência não atingiu o lado cognitivo. Pelo contrário. É um menino esperto, que entende tudo e não teve a capacidade de aprendizado afetada, mas com apenas dificuldades de natureza física.

A família mora em Areias de Cima, bairro parte situado em Biguaçu e parte em Governador Celso Ramos, mas distante de Biguaçu e Florianópolis.

A primeira grande dificuldade de Simone é conseguir fisioterapia para o filho em Biguaçu ou na Fundação de Educação Especial (FCC) em Roçado, São José.

Não é fácil. Aliás, Simone sofreu toda sorte de dificuldades. Por lei, João Vítor tem direito a fisioterapia gratuita bancada pelo estado, mas há muita gente na fila.

Na última vez que Simone conseguiu, João Vítor teve direito a 20 sessões. Depois da vigésima, ele teve de retornar à fila de espera e, até reiniciar o tratamento, cinco, seis, sete meses já se passaram.

De acordo com Simone, seu filho não pode ficar tanto tempo sem exercícios nem fisioterapia.

Ela até conseguiu uma liminar na justiça que dá o direito a seu filho de retornar imediatamente à fisioterapia, mas ela resolveu aprender as técnicas desse tratamento por meio de exercícios físicos e ela mesma aplicar em seu filho sem ficar dependendo da burocracia do estado. Além do mais, ir e vir de ônibus até Biguaçu ou São José gasta mais tempo do que a sessão em si. Portanto, é mais prático e econômico fazer os exercícios em casa. Por isso, Simone aprendeu e sempre está lendo a respeito. Por outro lado, Simone tem a convicção que, com exercícios diários, seu filho vai recuperar os movimentos da perna. Aliás, ele já teve alguns sensíveis progressos.

 

João Vítor Mello, filho de Simone, sofre de paralisia que afeta a mobilidade nas pernas, mas o menino não tem o lado cognitivo afetado. (Foto Divulgação)

 

Simone da Silva mãe guerreira, que driblou várias dificuldades para conciliar sustento do lar e o tratamento de seu filho. (Foto Divulgação)

EQUOTERAPIA

Há uma terapia que utiliza cavalos. Crianças com paralisia cerebral têm sensível melhora quando são submetidas a passeios em lombos de cavalos.

O quartel da Polícia montada, com sede em Barreiros, São José, mantém um programa para que crianças na mesma situação de João Vítor possam ter sessões de equoterapia.

Mas o problema é conseguir vaga. Há uma fila de espera enorme. Não que Simone é “impaciente”, mas ela, não suportando a ideia de que seu filho poderia ficar até mesmo anos esperando por equoterapia, decidiu organizar um festival de futebol onde houve arrecadação de fundos. A comunidade cooperou e Simone ganhou dinheiro suficiente para comprar uma “eguinha”, ou seja, um cavalo do sexo feminino de tenra idade.

Muito feliz por ter conseguido adquirir o animal, eis que Simone teve um contratempo. A eguinha é muito novinha. Para que seu filho montasse, é preciso que o animal tenha dois anos de idade. Segundo um amigo com experiência com cavalos, com essa idade, o animal é mais “confiável” quanto ao comportamento, isto é, não sofrer mudanças bruscas de humor.

E agora? Nem estamos falando que Simone não tem estábulo para guardar e cuidar do animal.

Mas a solução estava perto. No mesmo bairro de Areias de Cima, há um haras e o dono não só aceitou cuidar da eguinha como também permitiu que o menino frequentasse quase que diariamente para sessões de equoterapia. E é o que vem aconteceu. Simone é muito agradecida ao haras.

TRABALHO

Simone cuida do filho. Por isso, não está trabalhando fora. Sair para trabalhar em Biguaçu ou em outra cidade próxima e retornar para casa no final do dia é para ela muito problemático por causa do tratamento do filho. Vale relembrar que ela ajuda seu filho com exercícios diários e nas sessões de equoterapia.

Como trabalhar sem precisar sair de casa? Simone conseguiu um serviço. Ela vende planos de internet wi-fi de alta velocidade, sem que o primeiro pagamento é dentro de um mês e instalação grátis. Está interessado? É só liga para Simone pelo número (48)9-8452-1168. A internet que ela vende é excelente.

E assim ela concilia trabalho, ajudar no orçamento doméstico para que não só seu esposo tenha a responsabilidade total de trazer o dinheiro para casa e o tratamento do filho. É uma luta diária, mas ela não reclama. Pelo contrário. Ela é a luta em pessoa e com seu filho em primeiro lugar sempre.

 

Internet que Simone vende. Afinal de contas, com um celular, o escritório fica ao alcance das mãos e sem sair de casa. (Foto Divulgação)

 

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