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Assisti a um filme intitulado “Uma Noite de 12 Anos”, lançado em setembro do ano passado.

Produção de cineastas uruguaios, argentinos, espanhóis e franceses, o filme conta a história de José “Pepe” Mujica, prisioneiro político da ditadura militar uruguaia entre 1973 a 1985. Libertado por força de uma anistia, Mujica tornou-se presidente do Uruguai entre 2010 a 2015.

“Uma noite de 12 anos”, título bem apropriado pois o filme conta a história da prisão que durou exatos 12 anos, mostra a história do já citado Mujica e seus companheiros Maurício Rosencof e Eleuterio Fernández Huidobro que, na prisão, sofreram todo tipo de torturas, privações, falta da higiene mais elementar, disputando lençol com ratos, incomunicáveis, sem direito a livros, jornais, ouvir rádio, sequer falar.

Quem o assiste logo tem a impressão de que os três são uns “coitados lutadores da liberdade” contra a ditadura militar.

Mas o filme omite e ameniza muitos fatos. Os presos eram militantes de um grupo conhecido como “Tupamaros”, guerrilheiros comunistas de viés marxista/leninista que promoveram uma infinidade de assaltos, sequestros e assassinatos.

Ou seja, em nome da sociedade socialista e da justiça social, os Tupamaros deram-se ao direito de praticar toda sorte de crimes.

Em 1973 houve um golpe de estado no Uruguai. Os militares que assumiram o poder declararam guerra aos guerrilheiros. José “Pepe” Mujica acabou preso e virou “refém”, isto é, os militares deixaram o “recado” aos tupamaros que ainda encontravam-se soltos praticando atentados terroristas: se voltassem a atacar, os “companheiros” presos, entre eles Mujica e os citados Rosencof e Eleuterio Huidobro, seriam executados.

Segundo a biografia “oficial”, Mujica participou de “operações” da guerrilha Tupamaro, mas não especifica quais foram. Mas estas operações eram “simples”: assaltar bancos, sequestrar e matar policiais, soldados e “burgueses”. Quando assaltavam caminhão com comida, a carga era distribuída a favelados.

Aliás, a ex-presidenta Dilma Rousseff, que não escondia simpatia em distribuir carga roubada a favelados, teve exatamente o mesmo tipo de passado: assaltou, roubou e há a série suspeita de que matou um soldado, mas o processo que a levou à prisão na década de 1970 simplesmente “sumiu” dos arquivos do Supremo Tribunal Federal (STF).

A pergunta é: quantos Mujica matou quando atuou como guerrilheiro entre a década de 1960 até ser preso em 1973?

O filme não fala disso. Em momento algum, aparecem os três personagens centrais (Mujica e seus dois companheiros) em “ações de guerrilha”. Eles simplesmente parecem que são presos “do nada” por “milicos fascistas” e sofrem a longa tortura da prisão durante 12 anos. Quem assiste ao filme fica com uma “pena” fora do comum dos três “coitados”.

Mas o filme é uma manipulação. Aliás, nem é preciso dizer que o cinema tem servido para vender ideologias inconfessáveis. A questão é: qual o percentual de infiltração dos comunistas no cinema, tal como ocorreu nos meios de comunicação em geral e universidades?

O interessante é que não se faz um filme sequer contando o lado dos militares que combateram os guerrilheiros e também sofreram. Isso não vira filme, nem tema de “Globo Repórter”, programa de TV este que prefere falar de bicho, safari e dietas a colocar o dedo na grande ferida da contradição: os “idealistas” que pegaram em armas contra os militares são os mesmos que queriam implantar ditaduras do proletariado que, nos países onde conseguiram alcançar o poder, foram responsáveis- por baixo- por 100 milhões de mortes por pura perseguição política. O que Mujica passou a prisão foi “refresco” em comparação ao que aconteceu com as vítimas do comunismo em vários continentes.

Haja hipocrisia!!!

Ozias Alves Jr

E-mail: reportagemjbfoco@gmail.com

TRAILLER

 

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-253253/

 

 

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