Décio Baixo Alves

E-mail: decio@jbfoco.com.bre

 

NINGUÉM MERECE

Tem tudo para passar o projeto de lei na câmara federal que prolonga o mandato dos atuais prefeitos e de vereadores para mais dois anos. É que a reforma política proposta quer coincidir as eleições presidenciais com a de prefeito.

Assim em 2022 o Brasil teria uma eleição de vereador a presidente com mandato de 5 anos.

Isso é muito bom para o Brasil. Para que uma eleição a cada dois anos? Com isso não teria pleito municipal ano que vem e em 2022 a nação teria uma eleição para vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador e presidente.

Todos com mandatos de 5 anos sendo que alguns cargos não teriam reeleição. Isso é excelente até porque eleição a cada 2 anos é muito caro para o país.

O problema é aguentar mais dois anos de mandato do atual prefeito de Biguaçu que é considerado por muita gente como o pior administrador que a cidade já teve.

Ramon, se isso vier acontecer, é mesmo o mais sortudo político do município. Virou prefeito por que o outro renunciou, se reelegeu por causa das obras de seu antecessor e do trabalho eleitoral de seu atual vice e agora periga ficar mais 724 dias no cargo por causa de uma reforma política que transita no congresso federal faz mais de 20 anos. Realmente vai ser dose prá cachorro continuar com esse poste frente a administração municipal. Mas faz parte de um bem maior que é o Brasil. O povo de Biguaçu vai ter que pagar caro por esse bem maior.

Prefeito Ramon poderá ficar cargo mais dois anos. (Foto Arquivo JBFoco)

 

 

MUDA TUDO

Se no ano que vem não tiver mais eleição por causa da reforma política que poderá mudar o pleito municipal só para 2022, tudo muda nos bastidores da política da comarca de Biguaçu. Os pré-candidatos que estão se assanhando vão ter que esperar mais dois anos para pleitear a indicação dos partidos para concorrerem.

 

186 ANOS SEM CENTRO DE CONVENÇÕES

Biguaçu tem 186 anos e não existe na cidade um centro de convenções. Entra e sai ano e sempre é a mesma coisa: gasta-se fortunas com aluguéis de lonas e palcos para festejar o aniversário da cidade. E não tem um governante que planeja fazer o que é óbvio e necessário: um centro de convenções público para se realizar eventos. Esse improviso é o retrato da falta de gestão desse governo que representa a velha política.

CANCELADO

Um exemplo do improviso do lugar onde se faz a festa de aniversário de Biguaçu foi o recente cancelamento do Festival de Talentos.

Leia abaixo o comunicado d prefeitura de Biguaçu: “Em razão do mau tempo e dos fortes ventos que ocorrem dede o início da tarde dessa terça-feira (14/05), o FESTIVAL DE TALENTOS da rede municipal de ensino que aconteceria as 19h na Avenida Marcondes de Mattos foi CANCELADO”.

Isso mesmo caro leitor, o tão esperado Festival, onde os estudantes se prepararam para participar foi cancelado por causa do vento. A lona que a prefeitura aluga não aguenta uma brisa forte e chuva e por causa disso simplesmente se cancela o evento decepcionando os alunos da rede municipal de ensino. Não teve uma alma viva dentro da gestão Ramon que tivesse a ideia de fazer o FESTIVAL DE TALENTOS no ginásio por exemplo. Êta incompetência sô!

Festival de Talentos: Aqui a reprodução do comunicado da prefeitura cancelando o evento. (Foto Divulgação)TRABALHO

Fernando Henrique da Silveira entrega a cópia do ofício a Salmir da Silva, presidente da Câmara de Biguaçu. (Foto Divulgação)

 

Cópia do ofício de Fernando Henrique da Silveira. (Foto Divulgação)

 

O advogado Fernando Henrique da Silveira enviou à Câmara de Biguaçu cópia do ofício que protocolou na prefeitura em que pede a revitalização do Conselho Municipal que discute políticas públicas sobre combate às drogas.

EQUÍVOCO

O editor do JBFoco leu a seguinte nota na página 2 da edição do Notícias do Dia de quarta (15/05): “Trazida pelos açorianos que colonizaram a antiga Desterro no início do século 18, a produção de farinha de mandioca estará a todo vapor…”

Nesta frase, há dois erros. O primeiro foi “início do século 18”. Não é verdade. Os açorianos chegaram a Santa Catarina entre 1748 a 1756. Quando eles chegaram, já havia por volta de 3 mil habitantes que já habitavam as três cidade que já existiam naquela época no litoral catarinense.

O segundo erro é com relação a quem trouxe a “produção de farinha de mandioca”.

Ao contrário da crença popular e divulgada aos borbotões pela imprensa, os engenhos de farinha já existiam em Santa Catarina antes da chegada dos açorianos. Franklin Cascaes observou: “a mandioca foi um alimento novo (para os imigrantes açorianos); mas quando eles chegaram, a partir de 1748, eles já encontraram engenhocas funcionando. Os espanhóis já estavam cá trabalhando com engenhos de farinha” (Vida e Cultura Açoriana em Santa Catarina- 10 entrevistas com Franklin Cascaes, de Raimundo Caruso, Edições de Cultura Catarinense, 1997, pág. 41).

EVASÃO ESCOLAR

Transcrevemos: “Cerca de 100 mil trabalhadores regulares não terminaram o ensino básico nas 19 cidades da Grande Florianópolis, de acordo com dados recentes do Ministério do Trabalho. Para mudar essa situação, a Câmara do Movimento Santa Catarina Pela Educação deve estudar medidas de combate à evasão escolar.

O ponto de partida, segundo o Vice-Presidente regional Sudeste da Fiesc, Tito Alfredo Schmitt, é analisar a maneira como os profissionais com escolaridade incompleta estão atuando. A partir daí, é preciso buscar formas de atraí-los à escola para qualificar o mercado de trabalho. “É preciso aproximar o ensino desses profissionais não apenas indo até eles, mas relacionando os estudos com as profissões que ocupam e motivando essas pessoas a estudarem”, disse.

De acordo com os índices do Ministério do Trabalho, mais de 20% dos trabalhadores regulares possuem escolaridade incompleta na Grande Florianópolis.

Segundo a Interlocutora da Regional Sudeste, Jussara Castilhos, é preciso mostrar para esses profissionais a importância de terminar os estudos. “Temos que fazer com que esses trabalhadores entendam que o estudo abre portas para melhores oportunidades”.”

 

Tabela de escolaridade básica dos trabalhadores regulares na Grande Florianópolis por setor econômico

Setor Econômico Total Trabalhadores Trabalhadores com educação básica incompleta % Trabalhadores com educação básica completa %
Indústria 67.313 22.445 33 44.868 67
Comércio 88.027 19.969 23 68.058 77
Serviços 303.882 50.498 17 253.384 83
Transporte 16.048 5.317 33 10.731 67
Agricultura 1.088 607 56 481 44
Total 476.358 98.836 21 377.522 79

Fonte: MTE/RAIS 2017

 INAUGURAÇÃO

 

Ponto dos Esportes. (Foto Reprodução)

Amanhã (sexta, 17/05), será inaugurada a filial de Antônio Carlos da loja Ponto dos Esportes.

 

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