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A citada “fazenda” onde cadáveres ficam “secando-se” ao ar livre fica na zona rural do condado de Pasco, um município situado a 25 minutos da cidade de Tampa, no estado da Flórida, sul dos Estados Unidos.

A dita “fazenda” ´pertence à Universidade do Sul da Flórida e é usada pelo laboratório de antropologia forense.

A questão é: afinal de contas, que “fazenda” é essa e por que deixar cadáveres apodrecendo ao ar livre, dentro de gaiolas?

As gaiolas são para evitar os urubus (que nos Estados Unidos são os corvos) façam o “banquete”.

Mas por que deixar os cadáveres apodrecendo numa área que, a propósito, fica perto de um presídio?

Na realidade, trata-se de um laboratório de “tafonomia”, isto é, para estudar o que acontece o processo de putrefação do corpo humano após a morte e também como fica o redor, isto é, quais insetos atraem, como crescem as plantas, que tipo de fedor gera, que bactérias surgem, entre outros estudos.

Esse tipo de “laboratório” não é raro. Há fazendas de “tafonomia” na Inglaterra, Canadá e Austrália e os corpos ali expostos são de voluntários que, em vida, assinaram um termo dando a permissão à universidade de usar seus corpos para essa experiência.

E são vários cientistas que pesquisam o assunto. Uns tiram fotos diárias e filmam o apodrecimento dos corpos para analisar como ficam. Outros analisam o solo e as plantas ao redor dos cadáveres.

Depois que os cadáveres viram ossos, o material é retirado para uma terceira equipe de cientistas: os legistas.

Apesar de parecer “loucura”, a pesquisa em questão gera inúmeras pesquisas tanto para as áreas da medicina, bioquímica e medicina legal.

 

 

Foto da BBC publicada pelo site Uol com a notícia a respeito do laboratório a céu aberto de estudos de cadáveres nos EUA. (Foto Reprodução UOL.com.br)

 

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