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BOM DIA

 

Rosemary Soares da Silva. (Foto Divulgação)

Nosso bom dia desta segunda-feira, vai direto para Governador Valadares, em Minas Gerais, para esta amiga cheia de Fé e irmã de todas as horas e orações, Rosemary Soares da Silva. De um coração generoso, de uma espiritualidade incomparável, ela realmente é uma verdadeira discípula de DEUS. Deixo aqui de Floripa o meu carinho, e desejo de muito sucesso na sua vida. Beijos!

DICA

Venha beber o delicioso quentão da Empórium Gelateria. Faça sua encomenta pelo fone: ($8) 99938-0805 ou 3030-1818. Ou visite o espaço na av. Hercílio Luz 1012. Você também encontrará gelatos, sorbetos, sopas, lasanhas e escondidinhos. Ahhh O Ozias diretor do Jornal JB em Foco e sua esposa Adriana já conhecem.

 

REFORMA

Na ótica de um economista: ”

Como explicar essas quedas sucessivas?

A resposta pode ser resumida em uma só palavra: incerteza.

A Reforma da Previdência demorou mais de meio ano para ser votada. Claro que sua aprovação significa seriedade na condução da economia e disposição para colocar as contas públicas em ordem. Mas o período anterior à aprovação foi conturbado e repleto de quedas de braço entre Governo e Congresso.

A outra reforma fundamental para que a economia destrave e os empreendedores voltem a ter disposição para investir é a tributária. Mas, se a Reforma da Previdência levou tanto tempo para ser colocada em votação, é razoável supor que haverá outros embates complexos pela frente.

Também não se sabe ao certo quais são os planos da equipe do ministro Paulo Guedes para a economia do País. Na primeira semana de maio, ele assegurou que o País voltaria a crescer no mês de julho. Sem querer parecer ansioso, pergunto: como isso será realizado? Estamos em 10 de julho, e não houve até agora nada que modificasse substancialmente a condução da macroeconomia e pudesse justificar tamanho otimismo.

Também se falou muito em privatização. Liberal, Guedes defendia, durante a campanha eleitoral, a venda do maior número possível de estatais. De fato, no primeiro semestre do ano, foram formalizadas algumas concessões, como as de 12 aeroportos, oito refinarias e da Ferrovia Norte-Sul. Mas todas essas concessões estavam planejadas desde o governo Temer. O Conselho do Programa de Parcerias e Investimento (PPI) ainda não anunciou qual será sua agenda para este e os próximos anos.

A Estatal do Trem Bala, do Ministério da Infraestrutura, e a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), que responde à Secretaria do Governo, são exemplos de estatais que não geram receita e dependem de recursos da União para funcionar. Houve também o caso da Valec, a estatal das ferrovias. No início do ano, o Ministério da Infraestrutura providenciou estudos que justificariam a extinção da empresa, cujo prejuízo acumulado ultrapassa atualmente a marca dos R$ 7 bilhões.

Nos três casos mencionados, o governo recuou e decidiu manter as empresas.

Salim Mattar, secretário de Desestatização da pasta da Economia, enfrenta resistências dentro do próprio governo. O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, não aceita privatizar nenhuma das seis empresas subordinadas à pasta que comanda. São elas: o Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), que produz chips; a Telecomunicações Brasileiras S/A (Telebras), responsável principalmente pela gestão do Plano Nacional de Banda Larga e das infraestruturas de fibra ótica da Petrobras e da Eletrobras; a Indústria Nucleares do Brasil (INB), que, como o nome indica, tem como atribuição fornecer combustível nuclear para geração de energia elétrica; a Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep), indústria de base produtora de bens de capital sob encomenda, preferencialmente na área de caldeiraria pesada; a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública brasileira de fomento à ciência, tecnologia e inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas, sediada no Rio de Janeiro; e, finalmente, os Correios, uma das principais estatais do governo.

Das seis estatais mencionadas, a Ceitec, a INB e a Nuclep consumiram nada menos que R$ 1,379 bilhão do tesouro, em 2017. Elas custam caro demais aos cofres públicos e não geram receita. Não se sabem os motivos pelos quais o ministro Pontes não concorda em privatizá-las.

Estes são exemplos, dentre muitos outros, de atos do atual governo que contrariam a postura liberal anunciada durante a campanha. Não faz muito tempo que o próprio presidente entrou em cena para influenciar a Petrobras em relação ao preço do diesel – sabendo que os caminhoneiros contribuíram enormemente para sua eleição, Bolsonaro teme desagradá-los, assim como receia contrariar aos policiais, que viram com maus olhos certos aspectos da Reforma da Previdência.

Para não desagradar essas bases, o presidente empenhou-se menos do que deveria na defesa da reforma da Previdência. Ao mesmo tempo, se ele arrefecer na agenda das demais reformas necessárias, ou se ele começar a interferir em assuntos como o da precificação do combustível, poderá perder apoio de parcelas importantes do mercado.

O fato é que a incerteza permeia o atual governo. Não faço aqui um juízo de valor sobre as questões político-partidárias, mas constato que, para o mercado, é importante que haja uma correção de rumos.

De preferência, o mais rápido possível.” Maurice Kattan

FRASE

” Ousar é perder o equilíbrio momentaneamente. Não ousar é perder-se.” Sören Kierkgaard

 

TALENTOS

“Imagine a seguinte situação: o departamento de Recursos Humanos de uma empresa recruta um funcionário que, além de ser extremamente qualificado, está cheio de vontade de encarar os desafios de uma nova posição. A expectativa desse colaborador, provavelmente, é a mais alta possível. Não é para menos. Afinal, ao apostarmos em um novo caminho profissional, colocamos muito em jogo – salário e benefícios são apenas uma parte. Estamos falando principalmente de motivação, de valor, de missão. A felicidade no trabalho é intrínseca à cultura corporativa, que é construída pelos valores compartilhados entre pessoas e organização.

 

Agora, suponhamos que esse recém-contratado do parágrafo acima encontre um ambiente de alta rotatividade e gestão ineficiente. Para completar, quando acionado, o RH pouco se compromete para resolver a situação. Quase tão certa quanto a frustração do sujeito é a sua debandada na primeira oportunidade. Nessa história, só há perdas para a empresa, para o negócio, para as áreas envolvidas…

 

Circunstâncias assim são mais comuns do que imaginamos. Trazer talentos para o time já é suficientemente difícil para desperdiçarmos a chance de retê-los. É justamente por isso que é parte do escopo de Recursos Humanos entender esse cenário e melhorá-lo. Uma das prioridades da estratégia da área deve passar pela ênfase em aquisição e manutenção de funcionários com potencial. Organizações com enfoque em cultura e talento têm uma vantagem competitiva que pode ser traduzida em desempenho superior à concorrência, oferecendo mais valor a seus stakeholders.

 

A contratação deve ser sucedida pelo alinhamento de objetivos entre colaborador e organização. Parece óbvio que devemos proporcionar uma visão clara do que o funcionário precisa saber para realizar seu trabalho, mas, na prática, não é. Apenas gerenciando essas expectativas conseguimos atuar como setor estratégico em uma corporação: o RH orienta e o colaborador constrói competências e fica consciente sobre o que a empresa tem de melhor. A partir daí a responsabilidade sobre o crescimento e o desenvolvimento do associado passa a ser compartilhada entre RH, líder e funcionário. De quebra, engajamos, motivamos, agregamos valor. Transparência é palavra-chave nesse processo.

 

Paralelo a isso, é importante mencionar que, se cultura e talento andam juntos, uma mentalidade digital faz essa união ser duradoura e de qualidade. Os avanços tecnológicos modificam dinâmicas empresariais a uma velocidade, por vezes, assustadora. E o mundo de possibilidades que eles trazem pede ações igualmente rápidas, com efeitos de curto prazo.

 

Coloque nessa conta as práticas às quais estamos habituados – investimento em treinamento, multiplicação de competências, reconhecimento – e impulsione com o digital. Plataformas online multifuncionais são um bom exemplo porque integram sistemas de aprendizado, desempenho e gestão. Processos conectados facilitam o manejo das carreiras pelos próprios colaboradores, economizam tempo da equipe de Recursos Humanos.

 

Condições como essas, quando incentivadas, propiciam a criação de uma estratégia para recrutar e manter talentos dentro da empresa. Não há fórmula exata, mas é fato que o capital humano encurta o caminho até o sucesso do negócio. ” Fica o texto de Priscilla Cotti.

 

HOJE

 

Dia 15-07, é dia do Homem. Não sei se comemoro, ou faço campanha. Mas só sei que daqui alguns anos será extinta a data. Pois deveremos ter o dia do gênero. Cruzes, no que estes esquerdistas transformaram o país, com todo o respeito aos meus irmãos seres humanos.

 

LEITURA

 

SANGUE NAS VEIAS – Tom Wolfe.

Nascido na cidade de Richmond, nos Estados Unidos, Wolfe se graduou na Universidade Washington and Lee, em 1951. Em seguida, ingressou no curso de doutorado da Universidade de Yale, desenvolvendo uma tese sobre literatura americana. Depois de se formar na pós-graduação, ele começou a trabalhar como repórter. O seu primeiro emprego foi no jornal “Springfield Union”, da cidade de Springfield, no estado americano de Massachusetts. Em seguida, ele passou pelas redações dos jornais “The Washington Post”, “New York Herald Tribune”, “Esquire”, entre outros.Munido de extrema ironia, sacadas geniais e um olhar literário único sobre os acontecimentos do cotidiano, os artigos que Tom Wolfe publicava nos veículos rapidamente ganharam admiradores — e desafetos. Uma coletânea dos textos foi reunida em seu primeiro livro, “The Kandy-Kolored Tangerine-Flake Streamline Baby”, publicado em 1965. Entre meados da década até o fim de sua carreira, o autor publicou pelo menos 12 obras de ficção e não ficção, aclamadas pela crítica e recomendadas nas escolas de jornalismo do mundo todo.

 

ABRAÇOS

 

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

 

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