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O nome do cidadão é Arthur Boyt. Tem 78 anos de idade e mantém há décadas uma rotina incomum: ele recolhe animais atropelados nas estradas da Inglaterra.

Até aí, nada demais. Poderia ser um taxidermista, ou seja, aquele que coloca palha em animais mortos para exibi-los em museus de história natural. Também poderia ser um cidadão amante dos animais que retira os bichos atropelados das estradas para enterrá-los num lugar melhor.

Não, nada disso. Boyt simplesmente leva os animais “roadkills” (palavra inglesa que significa “mortos na estrada”, isto é, atropelados) para a cozinha de sua casa. Sim, ele os prepara, corta-os, coloca-os na panela e depois manda servir o jantar.

Nada escapa de seus exóticos jantares: cachorros, gatos, raposas, esquilos, cervos, castores, guaxinins, pássaros em geral, inclusive baleias e golfinhos encontrados mortos em praias.

Arthur Boyt, que já foi um capítulo da série “Tabu”, da TV a cabo, alega que é um desperdício tanta carne não aproveitada na culinária. Ou seja, animais atropelados também deveriam ser comidos e esta carne, segundo ele, não faz mal à saúde. Pelo contrário, alega. Ele é a prova viva de que tal exótica culinária não lhe provocou problemas de saúde.

 

Arthur Boyt foi tema de reportagens de inúmeros jornais britânicos. (Foto Google Images)

 

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