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BOM DIA

 

Elisiane Mello. (Foto Divulgação)

 

 

Nosso bom dia desta quinta-feira, vai para a Corretora, e Perita Avaliadora da Brognoli Negócios Imobiliários Elisiane Mello. São muitos anos que eu a conheço, e sua família também. O sorriso e a gentileza são sua marca registrada sempre. Deixo aqui meu abraço e desejo de sucesso sempre na sua vida. Beijos amiga.

 

RIO

 

De Janeiro, inaugurou a nova era dos Sniper. Agiram positivamente diante de uma situação que coloca em risco muitas outras vidas. Governador desceu do Helicóptero comemorando para delírio da torcida, e desânimo  de alguns comunistas da Globo Lixo.

 

CONTRATAÇÃO DE PESSOAS

 

 

Vinicius Coelho – Especialista em Recrutamento de Talentos

 

Sabemos que o engajamento dos colaboradores reflete diretamente nos resultados e crescimento de uma empresa. Em uma pesquisa realizada pela Right Management, especialista global em carreiras, funcionários motivados no ambiente de trabalho são 50% mais produtivos.

Outro estudo feito pela The Marcus Buckingham Company, companhia que fornece soluções de desenvolvimento de liderança para organizações, mostra que, no nosso país, temos um índice de 16% dos profissionais que se consideram totalmente engajados no seu respectivo trabalho. Embora ainda possa ser considerada uma porcentagem pequena, é a terceira do ranking mundial atrás de EUA/China e Índia, demonstrando que a motivação e engajamento ainda são questões a serem buscadas por empresas de todo o mundo.

Pensando nisso, novas marcas no mercado, principalmente startups, estão buscando sempre motivar e engajar seu público interno. Dentre diversos pontos que os fazem motivados, estão: um ambiente de trabalho alinhado às expectativas dos funcionários, reconhecimento e estabilidade.

Para isso, uma ferramenta que deve ser explorada pelas marcas que buscam esses resultados para suas equipes internas é a contratação por fit cultural, que nada mais é do que alinhar a cultura organizacional da empresa aos valores e/ou propósitos do candidato. É uma contratação muito mais assertiva, porque, além das habilidades técnicas, o perfil da pessoa é analisado por diferentes vieses.

Neste contexto, tudo é analisado, desde a combinação do profissional com os outros membros da equipe, até valores da empresa e cultura. Todos esses pontos são muito bem avaliados, gerando estabilidade a longo prazo e turnover bem baixo. Muitas empresas de tecnologia já estão usando a identidade cultural como ferramenta de assertividade nas contratações, entre elas, a Loggi, a Hotmart, o EBANX e o Nubank, e estão obtendo sucesso.

De fato, uma empresa deve sempre buscar os melhores colaboradores possíveis para o seu time. Para que isso ocorra, os processos de atração e seleção devem ser desenhados com foco nisso e no fit cultural, para que possamos validar se aquele candidato, que é tecnicamente completo, está alinhado com os valores da empresa e vai ser um excelente profissional.

O primeiro passo para aplicar esse conceito no recrutamento é a empresa ter muito bem definido quais são os seus valores, que ambiente de trabalho quer proporcionar (colaborativo, pressão, transparente etc.) e saber como comunicar e praticar esses valores. Só uma empresa que tem autoconhecimento e sabe a posição que ocupa (ou quer ocupar) no mercado poderá utilizar essa ferramenta a seu favor.

Durante o processo, em si, o fit cultural deve ser avaliado por meio de um conjunto de perguntas comportamentais que visam entender como a pessoa reage à determinadas situações. Isso pode ser feito pelo time de recrutamento ou por algum colaborador designado, que tenha a cultura da empresa muito bem absorvida. É uma etapa que pode vir tanto no começo como no fim do processo seletivo, já que normalmente tem caráter eliminatório.

Com todos os pontos alinhados, a identidade cultural se torna peça fundamental na atração e seleção dos melhores profissionais. Entre todos os benefícios, a ferramenta consegue premeditar desalinhamentos entre expectativas e necessidades da empresa com o comportamento e as habilidades do profissional, além de economizar com processos de demissão e contratação, uma vez que irá reter o talento, garantindo profissionais mais maduros e coesos, com bastante tempo de casa.

Havendo um fit entre empresa e todo o público interno, a satisfação dos funcionários, com um clima organizacional positivo e saudável, é refletido diretamente na qualidade dos processos. Uma vez que o funcionário está 100% motivado e incentivado a promover o crescimento da empresa, trabalhando para isso, ocorre um crescimento mútuo de todos os envolvidos.

Em suma, são muitas as vantagens geradas por essa solução de Recursos Humanos e elas vão desde questões práticas até questões mais pessoais e subjetivas. E é exatamente por essa abrangência que não pode ser subestimada por nenhum profissional da área ou empresa, e que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, principalmente no que diz respeito a startups. Utilize sem moderação!

 

FIGUEIRENSE

 

Não tenho ainda opinião formada sobre à atitude dos profissionais sobre o W X O em Cuiabá. Mas que fique bem claro, esta diretoria precisa pagar e caro pelo atual estrago.

 

 

 

 

 

 

DICA

 

Programe-se para III Feira do Livro de Urussanga, no sul de Santa Catarina. de 09 a 14 de setembro, na Praça Anita Garibaldi, bem no centro da cidade. Apoio da Prefeitura Municipal. Opções de livros infantis, juvenis e adultos.

 

FRASE

 

” “Não quero ser o primeiro, mas o último amor de um homem.”  Anita Garibaldi

 

PROTEÇÃO DE DADOS

O ano acabou de começar e 2020 parece estar distante. Será?

A nova Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil (LGPD – Lei 13.709/2018 / MP Nº 869), que deverá entrar em vigor em agosto de 2020, já está deixando muitas empresas apreensivas. Depois dos booms de ISO 9000, ISO 27000, SOX, entre outros, a LGPD é com certeza uma das leis recentes de maior impacto nas organizações de forma geral, e aborda o tema de governança de dados como nenhuma outra.

O dispositivo, em grande parte similar ao General Data Protection Regulation (GDPR), em vigor na Europa desde 25 de maio de 2018, visa a trazer mais rigor para a forma com que empresas privadas e órgãos governamentais tratam as questões de privacidade e proteção de dados dos cidadãos brasileiros. Informações pessoais podem variar de endereços residenciais, escolas frequentadas, datas de nascimento, número de CPF, números de registro de carro e informações médicas, a dados sobre ocupação, renda mensal, perfis de risco e muito, muito mais. E nem todas as informações são detidas pelos dados originais proprietários – grande parte também é compartilhada com fornecedores, parceiros e terceiros.

Neste período de incertezas e adequação há também uma série de razões positivas para embarcar nessa jornada, incluindo oportunidades para estreitar o relacionamento com o cliente, tornar serviços mais competitivos fazendo-os mais personalizados e deixar uma porta aberta para novas oportunidades, a fim alcançar mais receita e impulsionar o processo de transformação digital nas organizações.

 

E AGORA? POR ONDE COMEÇAR?

 

Não existe solução única e completa para se adequar à LGPD, contudo há diversos caminhos e abordagens para tratar desse novo requerimento, de forma a enxergar não apenas como algo pontual, mas como uma oportunidade de preparar sua organização para requerimentos futuros, melhorando a governança de dados. Além disso existem benefícios de negócio que vão além da conformidade com a lei.

A implantação de ações que vão fazer com que sua empresa fique aderente à legislação deve ser encarada como uma jornada de transformação, e não um simples projeto. Estar pronto para a LGPD significa muito mais que estar em compliance com a lei. Essa jornada pode ser definida em cinco etapas principais:

  1. Engajar as várias áreas da empresa no projeto, pois são afetadas pelo LGPD por utilizarem dados de clientes ou dos colaboradores em suas atividades.
  2. Identificar quais dados sua organização utiliza. Saiba quais dados sua organização gerencia, onde estão, quem os utiliza, com que propósito e como são protegidos.
  3. Treinar seus funcionários e educá-los sobre a importância e os impactos da LGPD.
  4. Modificar seus processos de negócios para dar suporte às solicitações de auditoria e gerenciamento de consentimento.
  5. Analisar e gerenciar suas políticas de segurança e privacidade e revisar todos os contratos relevantes com terceiros.

Em seguida a essa mobilização inicial, deve-se então realizar uma avaliação do estado atual na empresa em relação ao requerido pela LGPD. Com isso, tem-se uma visão mais clara das não conformidades existentes, bem como a prontidão da organização para assumir essa jornada.

O passo seguinte é a definição de um plano de ação com um roadmap, conforme a priorização feita pela organização em relação aos principais pontos encontrados. Esse processo será contínuo e evolutivo, com oportunidades de introduzir novas soluções que ajudam a mitigar os riscos de negócios para o LGPD, tais como automação de processos (RPA), Inteligência Artificial (AI), Internet das Coisas (IoT), Gerenciamento de Dados Mestres (MDM).

Paralelamente a todo esse processo, deverá haver uma frente de educação e conscientização para toda empresa, com um projeto de gestão de mudança dedicado e também programas de treinamento visando a alcançar mudanças sólidas para mitigar quaisquer riscos relacionados ao infringimento da lei.

E não é somente para dentro de casa que devemos olhar. As empresas também devem demonstrar que garantiram que terceiros processando dados sob sua responsabilidade tenham políticas e processos suficientes para garantir que:

  1. a) Terceiros também estejam em conformidade com a LGPD;
  2. b) Os processos não engessem as atribuições do líder responsável pelo gerenciamento de dados.

Muito provavelmente você precisará de suporte em outras duas frentes: uma para definição e implantação das ações (processos) e outra voltada à tecnologia com foco na gestão e governança dos dados e na automação.

 

Principais recomendações para uma jornada LGPD de sucesso:

 

  • Defina métricas claras – embora a conformidade com a LGPD seja óbvia, as metas centradas no cliente, como reduzir as taxas de atrito e aumentar a aquisição de clientes, podem ajudar a aumentar a percepção da governança de dados como um facilitador da centralização no cliente.
  • Concentre-se em uma área de cada vez para ajudar a monitorar o progresso, refinar a estratégia e os investimentos.
  • Promova a colaboração em um estágio inicial – garantir a adesão de pessoas-chave ajudará a comunicar a importância da governança de dados em toda a empresa.
  • Tenha a cultura correta – defina a responsabilidade pela governança de dados (eleja um responsável pela privacidade de dados se você não tiver um). A governança de dados deve ser coordenada entre as áreas de negócios e a de TI – e, para que isso funcione, é necessária uma mudança cultural em toda a empresa. De cima para baixo, os funcionários devem ser incentivados a entender a importância dos dados e promover uma cultura orientada à proteção deles.
  • Atenha-se a uma única arquitetura de gerenciamento de dados – incluindo integração de dados, gerenciamento de qualidade de dados, gerenciamento de dados mestres e segurança de dados – simplificando o gerenciamento geral à medida que seu ambiente de dados se expanda.
  • Use tecnologia com propósito específico para automatizar e dimensionar o gerenciamento e a governança de dados – você não pode depender apenas de recursos humanos para lidar com a explosão de dados. A tecnologia permite que você forneça uma solução de custo efetivo e adequada às necessidades futuras.

 

Em resumo, a LGPD:

 

  • É uma das legislações mais impactantes no Brasil sobre governança e proteção de dados dos últimos anos.
  • Tem impacto em qualquer organização presente no Brasil que lide com os dados pessoais e corporativos de cidadãos brasileiros.
  • A multa máxima por descumprimento da lei é de até R$ 50 milhões ou 2% do faturamento anual da organização – o que for maior.
  • O prazo para atingir a conformidade é agosto 2020.

Roberto Wik é diretor da Indústria de Varejo da Cognizant no Brasil.

 

 

LEITURA

 

ULISSES – James Joyce.  Ulisses é um romance do escritor irlandês James Joyce. Foi composto entre 1914 e 1921 em Trieste, Itália, Zurique, Suíça e Paris, França, e publicado no ano seguinte nesta cidade.

 

ABRAÇOS

 

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

 

 

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