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BOM DIA

 

Angela Guedes. (Foto Divulgação)

 

 

Meu bom dia desta quinta-feira, vai com alguns anos de sentimentos… Mas  na minha ótica, uma mulher charmosa, elegante, e multimídia:  Angela Guedes. A música de Caetano Veloso a define na minha opinião: ” Linda

e sabe viver

Você me faz feliz

Esta canção é só pra dizer

E diz

Você é linda

Mais que demais

Você é linda sim

Onda do mar do amor

Que bateu em mim…” Deixo aqui meu brinde: Tim…Tim… a seu estilo de ser menina e ser mulher. Beijos

 

DICA

 

Rota de Trilhas da ilha do Campeche. Dia 28/09 as 07h. (Foto.Divulgação)

 

CIDADE INTELIGENTE

 

Ranking Connected Smart Cities 2019 aponta Florianópolis em 7º lugar entre as cidades mais inteligentes do país .

A capital catarinense está entre as dez cidades mais inteligentes e conectadas do Brasil e, no Ranking Connected Smart Cities 2019, atingiu a 7ª posição. Florianópolis se destaca também nas categorias Economia e Tecnologia e Inovação (2º lugar). Único estudo sobre cidades inteligentes, no país, o Ranking contempla todas as cidades brasileiras com mais de 50 mil habitantes.

A 5ª edição do Connected Smart Cities, mais importante iniciativa de cidades inteligentes do Brasil, acontece hoje (17) e amanhã (18/09), no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Durante a Cerimônia de Abertura do evento, que contou com a participação de autoridades, representantes de empresas e especialistas nacionais e internacionais, foi divulgado o resultado do Ranking Connected Smart Cities 2019. O levantamento, realizado pela Urban Systems, em parceria com a Sator, mapeia todas as cidades com mais de 50 mil habitantes (666 municípios) com o objetivo de definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento do Brasil.

A edição 2019 do Ranking Connected Smart Cities classificou Florianópolis (SC) como a 7ª cidade mais inteligente e conectada do país. A capital catarinense também conquistou a 2ª colocação nas categorias Economia e Tecnologia e Inovação, além do 6º lugar em Empreendedorismo, 7º em Saúde e 8º em Segurança. Campinas (SP) conquistou o 1º lugar e, São Paulo (SP), a segunda posição do Ranking Geral. Curitiba (PR) a 3ª posição, seguida por Brasília (DF), São Caetano (SP) e Santos (SP). Na 7ª colocação, destaca-se Florianópolis (SC), seguida por Vitória (ES), Blumenau (SC) e, na 10ª posição, Jundiaí (SP).

Em sua 5ª edição, o Ranking Connected Smart Cities inova mais uma vez e traz, na versão 2019, a incorporação de conceitos e novos indicadores baseados na ISO 37122 – Sustainable Cities And Communities – Indicators For Smart Cities, mantendo-se como a melhor referência para comparação e análise de cidades inteligentes no Brasil. O resultado é apresentado em 4 frentes: geral, por eixo temático, por região e por faixa populacional.

O Ranking Connected Smart Cities é composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia, mesmos eixos temáticos do evento Connected Smart Cities. “A Plataforma Connected Smart Cities é uma iniciativa que envolve empresas, entidades e governos e tem por missão encontrar o DNA de inovação para cidades mais inteligentes e conectadas, sejam elas pequenas ou megacidades”, comenta a idealizadora da plataforma e diretora executiva da Sator, Paula Faria.

 

DESTAQUES FLORIANÓPOLIS

O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, cita que uma cidade inteligente é a que trabalha voltada à preocupação com o futuro urbano e social, tendo o desejo de transformação com maior participação dos cidadãos, em que decisões são tomadas em prol da melhoria da qualidade de vida daqueles que moram ou frequentam o município. “Uma cidade inteligente procura o desenvolvimento sustentável, a transformação e engloba questões como meio ambiente, mobilidade, planejamento urbano e bem-estar. Além de ser inovadora e tecnológica, traz também a responsabilidade para as pessoas pensarem como podem contribuir para melhorarem a sociedade e criar esse sentimento de coletividade. Nesse sentido, o Connected Smart Cities é uma das principais organizações que atuam no estudo das cidades inteligentes no Brasil e vem debatendo cada vez mais ações que priorizam o desenvolvimento das cidades do país.”

Gean Loureiro enfatiza que no início da sua gestão foi realizada uma dura economia com o objetivo de colocar a casa em ordem e pagar fornecedores para, agora com as contas equilibradas, investir no que é importante para as pessoas, como saúde, educação e inovação. “Nossa cidade vem se desenvolvendo cada vez mais nestas áreas, sendo chamada inclusive de Ilha do Silício. E o nosso papel como poder público é oferecer programas e abrir possibilidades de cada vez mais investimento nesses polos. Como exemplo do que já lançamos, posso citar a Rede Municipal de Centros de Inovação, a qual visa ativar o ecossistema de inovação, estimular essa cultura junto ao empreendedorismo e gerar negócios inovadores na cidade, além do Living Lab Florianópolis, programa que visa contribuir com a qualidade de vida dos cidadãos e experiência dos visitantes, por meio da otimização da gestão urbana e implementação de novos serviços inteligentes. Também aprovamos a Lei da Desburocratização”, disse.

 

FLORIANÓPOLIS EM NÚMEROS

No eixo Tecnologia e Inovação, a capital catarinense se destaca com: 44,2% das conexões de banda larga na cidade possuem velocidade superior a 34mb; quase metade dos empregos formais da cidade são ocupados por profissionais com ensino superior; 42 pontos de acesso a internet por 100 habitantes; em 2018, a cidade recebeu em bolsa CNPQ o equivalente a R$ 70 mil por 100 mil habitantes; 4,0% dos empregos formais estão em ocupações no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC); e 7,3% dos empregos formais estão no setor de educação e pesquisa e desenvolvimento. Em Segurança e Saúde, se sobressaem as despesas pagas com Segurança de R$ 95,20 por habitante; a presença de policiais, guardas-civis municipais e agentes de trânsito de 201 por 100 mil habitantes; despesas pagas com Saúde de R$ 612,00 por habitante; disponibilidade de 3,81 leitos por mil habitantes; e 4,3 óbitos por mil nascidos vivos (local de residência).

Relacionado à Economia, a cidade apresentou alta de 4,1% do PIB per capta, no último período analisado; 84,9% dos empregos estão no setor privado; 0,85 empregos formais por habitante referente à População Economicamente Ativa (PEA); 63,8% da receita municipal não é oriunda de repasses; renda média de R$ 4.816 dos trabalhadores formais; e crescimento de 0,76% do número de empresas. Já em relação ao Empreendedorismo, Florianópolis apresenta crescimento de 2,9% de empresas de tecnologia; 2 Parques Tecnológicos e 6 incubadoras de empresas; crescimento de 0,3% de empresas Economia Criativa; e alta de 5,6% de MEI.

 

DESTAQUES DO RANKING CONNECTED SMART CITIES 2019

A Região Sudeste concentra as cidades mais inteligentes e conectadas, sendo seis municípios entre os 10 mais bem colocados (em 2019 foram sete). Três municípios são da Região Sul e um do Centro-Oeste, sendo que as regiões Norte e Nordeste não têm representante entre os 10 melhores. Palmas (TO) está na 19ª colocação no Ranking Geral e Recife (PE) na 23ª. Com o 2º lugar no Ranking Geral, São Paulo conquistou o 1º lugar em Mobilidade e Acessibilidade.

Na classificação por Região, destacam-se: no Centro-Oeste, Brasília (DF) com a 1ª colocação no Ranking Connected Smart Cities; no Nordeste, Recife (PE); no Norte, Palmas (TO); no Sudeste: Campinas (SP); e no Sul: Curitiba (PR). Jaguariúna (SP) é o destaque das cidades entre 50 e 100 mil habitantes; de 100 a 500 mil: São Caetano do Sul (SP); e acima de 500 mil habitantes: Campinas (SP).

Para o Presidente da Urban Systems e sócio da Plataforma Connected Smart Cities, Thomaz Assumpção, o Ranking Connected Smart Cities se adapta ano a ano para atender às expectativas do mercado, do setor público e da população das cidades analisadas, buscando estar mais próximo dos conceitos de cidades inteligentes, sem perder a perspectiva brasileira do conceito. “Com a incorporação de indicadores inspirados na ISO 37122 para cidades inteligentes, publicada neste ano, o Ranking Connected Smart Cities novamente se antecipa às discussões mais recentes de cidades inteligentes proporcionando, assim, a todos os envolvidos pensar as cidades de forma inteligente, com uma visão mais atual e moderna do conceito. Ser adaptável e se melhorar a cada ano é também um modelo inteligente de avaliar as cidades e é isso que torna o Ranking Connected Smart Cities tão relevante para gestores e população”, disse Assumpção.

 

 

 

CRIANÇA FELIZ

 

O Ministério da Cidadania abriu, nesta terça-feira (17/09), a adesão para novos municípios ao Criança Feliz. São 1.575 cidades que podem se inscrever no programa de atenção à primeira infância. Com a abertura dessas adesões, aproximadamente 285 mil novas gestantes e crianças poderão ser beneficiadas.

Para participar, o município deve ter ao menos um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e, no mínimo, 140 pessoas do público prioritário do programa.

Minas Gerais é o estado com mais municípios elegíveis ao Criança Feliz, somando 332, seguido de São Paulo com 270 municípios. O Paraná é o terceiro estado, contando com 262 municípios elegíveis, e Santa Catarina o quarto, com 107 cidades.

Criança Feliz – Presente em 2.620 municípios, o Criança Feliz já atendeu, até o momento, 761 mil crianças e gestantes. Mais de 20 milhões de visitas foram realizadas, por cerca de 22 mil profissionais. O atendimento é voltado às crianças beneficiárias do Bolsa Família de até três anos e as de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além das gestantes.

O Criança Feliz, que integra ações nas áreas da saúde, assistência social, educação, justiça, cultura e direitos humanos, venceu a edição 2019 de um dos maiores prêmios internacionais na área da educação: o WISE Awards da Cúpula Mundial de Inovação para a Educação.

 

O prêmio reconheceu o trabalho como uma das principais e mais inovadoras iniciativas do mundo na área. O programa brasileiro de atenção à primeira infância competiu com mais de 480 projetos de vários países.

Sobre a adesão – Para aderir ao Criança Feliz, o gestor da assistência social deve acessar o sistema Rede SUAS, localizado no portal do Ministério. Em seguida, preencher o Termo de Adesão e encaminhá-lo para aprovação do Conselho Municipal de Assistência Social. O município deverá elaborar, ainda, um diagnóstico regional e um plano de ação para a execução das visitas domiciliares.

 

 

TECH PARK

 

ÁGORA TECH PARK EM JOINVILLE POR ESTÚDIO MÓDULO

 

 

A construção foi tão célere quanto a de um galpão. Os materiais também não diferem tanto dos empregados em qualquer edificação industrial. Entretanto, é visível que o Ágora em nada se assemelha à trivialidade das edificações fabris de logística recorrentemente encontradas às margens das rodovias brasileiras.

O Estúdio Módulo partiu do pressuposto de que a qualidade de um projeto não provém do uso de materiais especiais e caros. Os arquitetos Marcus Vinicius Damon, Guilherme Bravin e Andressa Diniz fazem uso de elementos construtivos pré-fabricados usualmente presentes em catálogos de empresas do mercado da construção civil nacional. Também não concebem rebuscados detalhes pensados especificamente para o edifício, cuja execução demandaria mão de obra muito especializada ou feitura quase artesanal no canteiro. Portanto, no Ágora, o Estúdio Módulo colocou-se na contramão daqueles arquitetos que, por vezes, têm o entendimento de seu trabalho como um labor épico no qual cada milímetro necessita ser desenhado.

A tectônica no Ágora corporifica-se com itens da lógica industrial de produção em larga escala. Os autores apropriam-se desse modelo também no raciocínio projetual fundamentado na criação de sistemas. Em virtude dessa ode ao pragmatismo, o edifício em Joinville pôde ser construído entre agosto de 2018 e 28 de março de 2019, data da sua abertura. Mais do que a velocidade chinesa na construção, provou-se que, a partir da correta seleção e agenciamento de materiais pré-fabricados, é possível conceber formas e espaços arquitetônicos interessantes.

A fachada principal já, por si, é didática ao revelar o eixo gerador e articulador de todo o projeto: o espaço central com pé-direito triplo apresenta-se aos olhos como um pórtico de início para o complexo Ágora Park, cujo masterplan também é de autoria do Estúdio Módulo.

As ásperas placas do piso da esplanada de 50 metros de comprimento adentram o núcleo do edifício, impelindo o visitante a entrar. Não há distinções no chão entre o dentro e o fora, nem há barreiras para acessar o grande espaço coberto, porém ao ar livre. É o vazio central que integra todos os pavimentos e para onde convergem todas as atividades do prédio. Reúnem-se ali as funções de acesso, circulação, estar e encontros públicos – ou seja, numa relação metonímica, esta é a ágora em si do projeto. As proporções desse espaço estão entre as de uma praça e de uma rua, mas, neste aspecto, a analogia mais próxima seria com as galerias francesas e italianas do século 19 – como a Vittorio Emanuele II de Milão e a Umberto I de Nápoles. Tal como nesses edifícios paradigmáticos, a grandiosidade do ambiente central do Ágora suscita um certo ar cerimonioso no momento de entrada do visitante.

 

 

 

Contudo, tal caráter não diminui a vivacidade do espaço: é um ambiente de confluência das pessoas indo e vindo. Qualquer um a se encaminhar ao seu posto de trabalho deve passar pelo núcleo que concentra as escadas, os corredores no sentido longitudinal, as passarelas transversais de conexão. Estas últimas mencionadas interligam os dois blocos de atividades do edifício: o menor é mais compartimentado e repleto de ambientes pequenos como salas de reunião, copas, sanitários, escada e elevadores; o maior é uma planta livre para receber escritórios, com divisionamento de salas e layout independentes da estrutura.

 

AMBIENTE

Enquanto os dois pavimentos superiores seguem uma plena ortogonalidade, o térreo contém uma planta que combina ambientes mais diversos e heterogêneos. Do lado maior, há a praça de alimentação e o auditório. Na praça, dois restaurantes e um café são envoltos por dezenas de mesas de refeição e recintos de estar – o ambiente é circundado com vidro que garante a plena transparência com o exterior. Por sua vez, o auditório tem um palco elisabetano e 200 lugares na plateia. As divisórias do fundo da sala (isto é, por trás das cadeiras) são móveis e, quando recolhidas, fazem com que o foyer fique plenamente integrado ao espaço de apresentações. Ainda no rés do chão, mas no flanco oposto ao eixo central, estão o ambiente de coworking, três salas modulares para reuniões (integráveis dependendo da ocasião) e a administração. O fundo dessa sequência de recintos é marcado pelo espelho d’água de curvilíneo contorno, cujos seixos e altura do líquido fazem homenagem ao projeto de Mies van der Rohe para o Pavilhão Alemão de 1929, em Barcelona.

Esse plano de água exacerba e evidencia uma característica presente em todo o térreo: neste nível, a edificação expande-se para além dos limites do perímetro dos andares superiores. Na descompatibilização de plantas, provê-se o devido destaque aos dois volumes superiores integrados no plano de cobertura, sem que isso tenha implicado a rarefação da ocupação próxima ao solo – o que ocorreria caso, por exemplo, fossem utilizados pilotis. O resultado é uma maior dinâmica formal com a conjugação da ortogonalidade acima com a heterogeneidade e a expansividade volumétricas abaixo.

 

MATERIAIS

Retornemos à avaliação dos materiais. A estrutura primária é composta por peças pré-moldadas de concreto aparente – produzidas pela própria empresa contratante. Em contraste estão somente as passarelas e escadas de estrutura metálica no espaço nuclear.

Os fechamentos externos contêm sutis distinções a ressaltar as diferenças volumétricas apontadas anteriormente: no térreo, emprega-se telha ondulada opaca em tom cinza escuro; nos andares acima, utilizam-se painéis (de um aglomerado de compostos cimentícios e de madeira) de cor cinza claro. No interior, a madeira é encontrada em pisos e tetos de corredores e passarelas, de modo a destacar as circulações. Algumas poucas divisórias internas são em drywall de cor grafite. Todavia, é preciso ressaltar que, nos divisionamentos internos e na relação com o exterior, o que predomina é a transparência.

Na fachada principal prepondera o vidro estruturado em escuros caixilhos a ressaltar a modulação. Por sua vez, nas fachadas laterais, planos de telha ondulada perfurada fazem a mediação entre interior e exterior. A justificativa técnica, obviamente, é o controle da entrada de luz solar. Porém, é necessário notar que o índice de perfuração do material dessa pele metálica não interfere na relação visual com o exterior do ponto de vista de quem está sentado nos postos de trabalho.

Esse envelopamento ocorre de maneira não integral: os planos laterais contêm um desenho com recortes que marcam e hierarquizam os espaços internos – as áreas de circulação com corredores e escadas têm a transparência literal. Assim, essas subtrações dão externamente indícios ao visitante de como é o funcionamento interno do edifício: por trás da pele está a privacidade das áreas de escritório, já os recortes revelam os ambientes mais públicos.

As translúcidas faces laterais ligam-se visualmente por meio da cobertura, de modo a formar um conjunto único – um grande abrigo. O imenso teto é de estrutura metálica, que, no núcleo principal do edifício, converte-se em shed industrial com fechamentos em policarbonato alveolar, de modo a permitir a iluminação natural do importante ambiente.

Tanto o eixo central quanto as fenestrações em todas as fachadas são pensadas como enquadramentos da exuberante paisagem catarinense que circunda o complexo Ágora. O núcleo tem a natureza como pano de fundo. O deslocamento pelos corredores e escadas sempre tem como ponto focal o contexto verde do lado de fora. A vivência interna no Ágora é permanentemente informada pelas vistas do exterior, especialmente para a Mata Atlântica preservada. O estar dentro do edifício permanentemente incita a olhar para o horizonte, para além do domínio do projeto arquitetônico.

 

Texto de Francesco Perrotta-Bosch.

 

 

FRASE

 

Frases de Coco Chanel

Uma mulher deve ser duas coisas: elegante e fabulosa. …

Já que tudo está na nossa cabeça, é melhor a gente não perdê-la. …

O que conta não são os quilates, mas o efeito. …

Há pessoas que têm dinheiro e pessoas que são ricas. …

O mais corajoso dos atos ainda é pensar com a própria cabeça. …

A moda sai de moda, o estilo jamais.

 

LEITURA

 

A DIVINA COMÉDIA – Dante Alighieri. Uma das obras mais importantes da literatura universal, sempre relançada em novas edições. A imagem ao lado é de um box em pré-venda da editora Nova Fronteira. Sinopse da Editora: “Escrito no século XIV, o poema épico de Dante Alighieri é considerado também um dos textos fundadores da língua italiana. Nele, o escritor apresenta uma jornada inesquecível pelo tormento infinito do Inferno e a árdua subida da montanha do Purgatório até o glorioso reino do Paraíso. Dante conseguiu fundir sátira, inteligência e paixão em uma alegoria cristã imortal sobre a busca da humanidade pelo autoconhecimento e pela transformação espiritual.”

 

ABRAÇOS

 

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com.

 

JBFoco Online – Quarta-feira (18/09/2019)

 

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