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BOM DIA

Claudia Taques. (Foto Divulgação)Nosso bom dia desta segunda-feira, vai para a mulher, plural, Claudia Taques. Mulher Plural é o conceito da mulher com muitos “S”. Segura, sorriso, sincera, simpática, e sempre estilosa. Gerente Operacional e Comercial do Duplex 48, Claudia é gente que faz e faz a diferença. Na minha opinião ela é o cartão de visitas do elegante espaço da rua Bocaiúva, nº 2297. Deixo aqui minha homenagem e reverência a esta mulher dinâmica. Parabéns! Na foto Claudia Taques, ao lado deste colunista.

 

DINHEIRO FÍSICO

*Por Tiago Reis, da casa de análise financeira Suno Research

 

Não é possível afirmar que o dinheiro físico irá desaparecer, mas é visível que temos utilizado-o cada vez menos. Mais do que criar novas formas de substituir o papel, vivemos um momento em que a necessidade de interação entre o digital e o físico no mercado financeiro é latente.

Prova disso foi que o Nubank, que causa revolução no setor bancário por operar na lógica online, liberou recentemente a função de saque em dinheiro para seus clientes. No lado mais tradicional, outro exemplo: o Itaú criou um cartão virtual para teclado, uma ferramenta para facilitar as transações digitais fora do ambiente virtual do banco.

Primeiro país da Europa a introduzir cédulas impressa (em 1661), a Suécia também vem dando sinais de que será o primeiro país a praticamente extinguir o dinheiro vivo. Em 2016, apenas 1% dos pagamentos do país foram feitos fora do meio digital.

Difícil dizer se chegaremos a uma sociedade “cashless” como se diz no termo em inglês, mas conseguimos ver vantagens e desvantagens onde o dinheiro de papel não existe.

Por um lado, a ausência do dinheiro vivo reduz a oportunidade de crimes. Não só de roubo propriamente dito, mas lavagem de dinheiro e evasão fiscal. Por outro, também expõe o cidadão à ação de hackers, criminosos que podem causar prejuízos através do roubo de recursos e também de informação. Isso porque o acesso indevido às transações online pode comprometer a privacidade dos usuários. E as informações sobre as operações podem ser usadas de forma que ainda não podemos prever.

Sem moeda ou papel, há uma redução do custo com emissão e também para depósito e saque. Teoricamente, o custo para o consumidor também seria menor. Mas o que vemos no meio digital atualmente, no entanto, é que as instituições financeiras que têm controle sobre todo processo de pagamentos fazem cobranças sobre operações virtuais. Aqui no Brasil, por exemplo, sabemos o quão pesados é o valor da tarifa bancária que é paga para muitas das transações.

Um dos pontos que acredito serem dos mais desafiadores na questão do “cashless” está na dependência total da tecnologia. Um exemplo desse risco foi o que aconteceu com sistemas de pagamento Visa na Europa no último ano, que sofreram interrupções. Casos como esse, passíveis de acontecer, deixaram muitas pessoas sem receber ou realizar pagamentos. Em um universo em que 95% dos cartões rodam na rede da empresa, como ocorre no Reino Unido, podemos imaginar qual foi o impacto. Fácil pensar no tamanho do problema em uma pane elétrica decorrente de um desastre natural pode causar, por exemplo.

A dependência tecnológica também coloca pessoas como idosos e populações de baixa renda em risco de exclusão financeira, já que estes não têm alternativa de dispositivos para realizar seus pagamentos. Pequenos negócios também se tornam mais suscetíveis à perda de clientes.

Em um contexto de constante transformação, vejo a integração dos sistemas, com maior número de opções entre digital e físico, como uma saída. Enquanto a informação e o acesso ao mercado financeiro não forem disponíveis para todos, é difícil pensar em uma sociedade em que tudo será feito por meio digital. E, assim como no mercado financeiro, apostar todas as fichas em uma única alternativa pode ser um grande risco.

 

Sobre Tiago Reis

Formado em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas, Tiago Reis é Fundador e CEO da Suno Research, consultoria de análise financeira voltada para investidores individuais. Analista de Investimentos com certificação CNPI (Certificação Nacional dos Profissionais de Investimento), Tiago iniciou sua carreira na Set Investimentos e é especialista em assuntos como mercado financeiro, bolsa de valores, investimentos, fraudes corporativas e finanças corporativas.

HOJE

Dia da Secretária! A eficiências destas colaboradoras nas organizações é de suma importância. Parabéns a todas.

NA

Minha opinião a Economia do Brasil do Brasil ainda não vai pra frente e anda sangrando por causa de canceres ainda não extirpados como Rodrigo Maia, Toffoli e o comunista Santa Cruz. Com certeza condenados ao inferno.

QUINTA

Feira passada o time do sul da ilha, fez a alegria de duas torcidas, a do Grêmio, e a do mais vezes campeão catarinense o nosso Figueirense. Aliás teve a capacidade de “sextar” em plena quinta-feira. E hoje é contra o Bahia. Haja coração.

BANDIDOS DO $TF

Ministro Dias Toffoli – Presidente

Ministro Marco Aurélio

Celso de Mello

Ministro Gilmar Mendes

Ministro Ricardo Lewandowski

Ministra Cármen Lúcia

Ministra Rosa Weber

Ministro Alexandre de Moraes  Que estão provocando a sociedade. Lembrem-se de 1968.

DICA

Voltar a estudar, trabalhar, fazer algo de bom para um mundo melhor. ” Com 54 anos, a gente têm muita coisa na cabeça: filhos, netos, planos pra aposentadoria. Mas eu pensei diferente. Resolvi voltar e realizar um sonho antigo. Eu queria me formar em Teologia e essa era uma coisa que ninguém poderia fazer por mim. Então, eu voltei pra vida acadêmica justamente quando eu parecia mais longe dela.

Quando o meu diploma chegar, eu vou ser meu próprio case de sucesso.”

FRASE

Figurinha repetida, na preenche álbum.” Facebook – ” Melhor que ser conhecido, é ser uma pessoa que vale a pena conhecer.” Idem

MÍDIA OOH

– Por Ana Célia Biondi, diretora-geral da JCDecaux no Brasil (*)

A mídia OOH possui diversas aplicações e formas. O seu crescimento em painéis digitais em todo o mundo e a automação da compra e venda de Digital Out-Of-Home (DOOH), só vem avançando e tomando força e escala. Essas alterações e expectativas do que prever para o futuro da mídia publicitária foi discutido no DM.exco 2019 (Digital Marketing Expo & Conference), o maior evento de marketing digital da Europa que reuniu as principais tendências e novidades do setor.

Realizado em Colônia, na Alemanha, com mais de 30 mil participantes, 600 palestrantes, 532 expositores e 250 horas de conteúdo, a DM.exco se tornou um dos principais encontros de marketing do mundo e o principal do continente europeu, e destacou o potencial digital da mídia Out-Of-Home e suas diversas aplicações.

Os anunciantes querem uma transformação que otimize investimento e tempo, já que aparentemente, no futuro, vamos gerenciar todas as mídias em um único painel, inclusive o Out-Of-Home, que está em plena transformação. Pensando nisso, trouxemos uma curadoria dos melhores temas que foram discutidos durante o evento:

– OOH é a mídia das cidadades inteligentes. Como o conceito smart cities está cada vez mais forte e inclui desde soluções de tecnologia e inovações de mobilidade urbana até oferta de serviços em tempo real, o evento dissertou que o avanço do Digital Out-Of-Home (DOOH) faz dessa mídia a protagonista nas cidades inteligentes. Por meio das telas digitais e interativas, a população pode ter acesso a informações sobre clima, tráfego e infraestrutura, beneficiando moradores e turistas com conectividade, informações e mensagens de interesse.

– A mídia Out Of home é a midia da criatividade holográfica. Em um momento em que a experiência do cliente se torna um dos maiores ativos das marcas, grandes anunciantes estão recorrendo às novas técnicas interativas de OOH para fazer as pessoas se conectarem às suas mensagens. Diante da abundância na oferta de produtos e serviços, a conexão que a mídia OOH permite nos grandes centros urbanos, se torna um caminho inventivo e inspirador para a criação de campanhas. É importante olhar de perto a digitalização da mídia OOH, que aponta enormes oportunidades de conexão para clientes.

– O OOH é a mídia da integração multitela

Telas 4K, conectadas e digitais: a evolução da mídia Out-Of-Home transformou mobiliários urbanos estáticos em hubs interativos para marcas explorarem a jornada de consumo de seus clientes. Por meio dessa conectividade, é possível criar campanhas multitela, integrando OOH e mobile.

– O DOOH será cada vez mais programático

Teoricamente, qualquer anúncio veiculado digitalmente também pode ser transacionado via programática, mas isso ainda não acontece em escala. Depende, também, da conexão entre as diferentes empresas que formam o ecossistema de mídia exterior e de sua automação. O IAB projeta uma curva de crescimento do DOOH Programático na casa dos 25% ao ano para 2020 no continente europeu. De 2021 em diante, deverá haver uma aceleração maior, segundo o órgão, que é o representante de toda a indústria digital.

– DOOH Programático permite criatividade ilimitada e faz parte do modelo do futuro

As possibilidades criativas são ilimitadas quando você explora o DOOH de forma programática. Esse tipo de publicidade exterior deve ganhar escala com a implementação do 5G nas grandes cidades, que aumentará a hiperconectividade dos painéis digitais. Além disso, permitirá uma mensuração mais assertiva sobre campanhas em outdoor.

É necessário que as empresas valorizem os dados proprietários (first party data), otimizando seu uso via programática. Considerado pelo próprio DM.exco como modelo de futuro para agências, o S4 Capital (MediaMonks) também olha para o DOOH Programático.

 

LEITURA

O CAPITÃO ALATRISTE – ARTURO PÉREZ REVERTE- O espanhol Arturo Pérez Reverte, jornalista de guerra e membro da Real Academia Espanhola das Letras, soube juntar no mesmo texto a mais trepidante das aventuras de capa e espada e uma grande quantidade de informações históricas e literárias.

 

ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

 

JBFoco Online – Sexta-feira (27/09/2019)

 

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