Publicidade

BOM DIA

 

 

Erika Roberta. (Foto Divulgação)

 

 

Nosso bom dia desta quarta-feira, vai direto a Uberlândia nas Minas Gerais, para à amiga Erika Roberta. Uma linda mulher, com jeitão mineiro de ser querida, simpática, e determinada. Ela é estudante de Direito, e com certeza fará muito sucesso na carreira jurídica. Não sei precisar quanto tempo a conheço, mas sei dizer que desde o primeiro dia, ela sempre foi uma pessoa encantadora. Deixo aqui meu carinho, e minha admiração por você menina charmosa.

 

 

DICA

 

Hoje na Catedral Metropolitana de Florianópolis, as 15h tem a Novena em Honra e Louvor a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Chegue mais cedo e participe da oração do Santo Terço que começa as 14h20.

 

 

 

ANSIEDADE

 

 

Por Fabio Akiyama

 

Conhecida como o mal dos tempos modernos, a ansiedade vem tomando conta da nossa sociedade de maneira impiedosa e rápida. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 33% da população mundial sofre deste mal e o Brasil aparece no topo da lista de países mais afetados.

Segundo o INSS, os distúrbios mentais já são a terceira maior causa de afastamento, o custo disso chega a quase R$ 200 milhões para os cofres públicos. A ansiedade traz alguns sintomas que podem atrapalhar a vida social e até no ambiente de trabalho. Os sintomas mais frequentes e comuns são dores e apertos no peito, podendo sentir palpitações, dores na região abdominal, tremores, roer unha, falar de forma rápida, preocupação, medo constante e uma grande sensação de que algo ruim vai acontecer.

Quando apresentamos estes sintomas e sensações, o organismo mantém um sistema de defesa do corpo ativo, entrando no famoso estado de alerta. Diante destas situações, o sistema adrenal é ativado mantendo-nos mais ” ligados e espertos”, afinal estamos sempre com a sensação de que algo ruim vai acontecer.

Com essa adrenalina a mil, quem consegue desligar, descansar, ir ao banheiro com tranquilidade, dormir bem, se alimentar bem, manter seus hábitos saudáveis? Impossível dentro desta realidade.

A boa notícia é que existe uma técnica chamada MICROFISIOTERPIA, que foi desenvolvida por franceses como base na embriologia, a filogênese e a anatomia humana. O método permite avaliar o ritmo vital dos nossos órgãos e tecidos através de micro toques, procurando perdas de vitalidade e a causa desses desequilíbrios. Além disto, estimula o corpo para que se auto regule e assim possa reencontrar a saúde.

Essas agressões primárias deixam cicatrizes que ficam armazenadas nos tecidos, atrapalhando o funcionamento e desregulando o ritmo vital. O fisioterapeuta, através de micro palpações, procura pelo corpo onde essa “cicatriz” ficou armazenada e reconhece qual tecido (musculoesquelético, tecido do sistema nervo, pele ou até visceral) teve perda de vitalidade, afetando o funcionamento. O papel do profissional é, então, apresentar para o corpo onde estão localizadas essas feridas para que o próprio organismo as elimine.

A cicatriz patológica é o vestígio deixado pelo agente agressor no corpo, que até tenta reparar o problema, mas não consegue eliminar por uma deficiência do sistema imunológico ou porque a agressão foi muito forte. O resultado é um desequilibro de células e tecidos, atrapalhando suas funções e provavelmente gerando sintomas.

A Microfisioterapia possui um papel extremamente importante no tratamento da ansiedade, conseguindo analisar como está a carga adrenal, e assim, estimulando a eliminar a sobrecarga, ou seja, estimula nosso organismo a se equilibrar para que venha a reagir em busca da eliminação da informação que está causando tanto mal ao nosso corpo.

A experiência clínica mostra que e a ansiedade geralmente é um problema secundário, ou seja, é resultado de situações de impotência, desvalorização, estresse excessivo ocorridos no passado e que marcaram muito, culminando no estado de alerta.

 

Em alguns casos, foi detectado também que o problema advém de pessoas que não se encontravam no controle da situação, ou que os resultados não dependiam somente dela, criando assim frustrações e até sentimento de derrota.

A Microfisioterapia consegue identificar a causa primária (origem e fonte) em 80% dos casos tratados. Com esta técnica, o terapeuta atua na fonte ou causa e assim o paciente percebe que a ansiedade vai diminuindo gradativamente e de maneira significante. E a grande vantagem é que o tratamento não usa nenhuma droga ou medicamentos.

 

Fabio Akiyama

 

Atua na área da saúde desde 2009. É fisioterapeuta e trabalha com a microfisioterapia, terapia que estimula a auto cura através do toque, ou seja, faz com que o corpo reconheça seu agressor e inicie o processo de reprogramação celular. É pós-graduando em técnicas osteopáticas e terapia manual, além da formação em osteopatia visceral, posturologia clinica e equilíbrio neuro muscular. Possui curso na área de tratamento da articulação temporomandibular (ATM) e introdução ao Método Rosen. Em 2014, realizou um curso de especialização em prevenção e tratamento de lesões de membros inferiores e análise biomecânica de corrida, pela The Running Clinic no Canada. Atua desde 2012 também como instrutor de Pilates e treinamento funcional. Em 2015, foi monitor no Instituto Salgado de Saúde Integral no módulo avançado do curso de formação em microfisioterapia.

 

 

FRASE

 

” Quanto mais amor for transmitido às crianças, mais valores agregar-se-ão em suas consciências. Sendo assim, o respeito será uma consequência natural e o mundo um lugar cada vez melhor.” Flávio Cavalcante

 

2022

 

Acaba a concessão da Rede Globo. Comecem a preparar os atestados de idoneidade financeira, pois a cobra vai fumar.

 

PPP

 

Nosso Paulo Prisco Paraíso voltou a visitar o mais vezes campeão Catarinense, o nosso Figueirense. Sinal de bons tempos.

 

 

CARTEIRA DE DADOS

 

 

Por Alberto Pardo

 

A palavra “dados” nunca esteve tão em evidência como hoje. Para muitos especialistas vivemos a Data Economy. No mercado de publicidade digital não há dúvidas de que os dados são a moeda mais valiosa. É justamente a partir da reunião de vários dados e cruzamento entre eles que é possível tornar a comunicação mais eficiente, personalizada e precisa, de acordo com o comportamento da audiência.

 

É curioso que falamos muito em Data Economy, mas até o momento, ao menos no mundo da publicidade, apenas as empresas têm tirado proveito economicamente dos dados e as pessoas comuns, as verdadeiros proprietárias dessas informações, ainda estão alijadas deste processo.

Apesar deste cenário, nos últimos anos, no entanto, é possível observar um forte avanço, ao menos no âmbito regulatório, na direção de proteger os dados dos usuários e reconhecê-los com um elo fundamental da economia digital. Os principais exemplos, são as novas legislações, como a GDPR na Europa, e mais recentemente a LGPD, no Brasil.

É nítido o movimento em prol dos usuários e em minha visão este é um caminho sem volta, que apesar de ainda estar no início tende a se tornar cada vez mais profundo. Diante deste contexto, acredito que a consciência das pessoas em assumirem a propriedade de seus dados seja o próximo passo para a transformação da indústria, especialmente a de publicidade digital.

De forma simplista, se de alguma forma, os meus próprios dados contribuem para uma melhor entrega de determinado anúncio, ampliando a precisão e consequentemente a otimização de recursos, e isso resulta em benefício financeiro para o anunciante, empresas e agências envolvidas na transação, seria justo que eu também recebesse uma fração desse montante.

Ao meu ver é nesta direção que o mundo da publicidade digital deve seguir. Ao se tornarem mais conscientes do valor e importância dos dados pessoais para o mercado, os usuários começarão a exigir receber algo em troca para aceitar o uso dessas informações, podendo ser um retorno financeiro ou outros benefícios equivalentes.

O avanço da tecnologia blockchain, com sua capacidade única de rastreabilidade, sem dúvida será fundamental para viabilizar este conceito na prática ao permitir identificar a precisa relação entre a contribuição efetiva dos dados de cada indivíduo para a exibição de cada anúncio no ambiente digital.

A tarefa é árdua e exige uma quebra de paradigma no ecossistema da publicidade digital como um todo. Afinal, nunca é simples tirar o pedaço do bolo de alguém. Por outro lado, talvez não houvesse bolo, não fossem os ingredientes (dados).

E você, já parou para pensar quanto vale sua carteira de dados?

 

(*) Alberto Pardo é CEO e fundador da Adsmovil

 

 

 

AGRICULTURA FAMILIAR E O IMPACTO PARA OS CONSUMIDORES

 

A tomada de decisão dos consumidores na hora da compra de alimentos tem mudado ao longo dos anos. Segundo o estudo “Estilo de Vida 2019” realizado pela Nielsen, provedora global de informações e insights, os brasileiros estão mais sustentáveis e conscientes, sendo que 42% dos entrevistados disseram que estão mudando seus hábitos para reduzir seu impacto no meio ambiente.

Outro dado interessante levantado pela pesquisa é que 30% dos respondentes estão atentos aos ingredientes que compõem os produtos, 38% têm evitado industrializados e 35% estão optando por alimentos orgânicos. Uma mudança e tanto para uma sociedade que nos últimos anos viu a taxa de obesidade passar de 11,8% para 19,8%.

 

Isso mostra que a população está buscando em suas refeições características que vão além do melhor preço, levando em conta fatores como sabor, frescor, procedência, praticidade e qualidade nutricional. Tais aspectos têm modificado também as relações entre produtores e consumidores e é nesta “nova onda” de consumo que a agricultura familiar ganha força.

Este tipo de agricultura, que se baseia essencialmente no trabalho de famílias e de pequenos proprietários, é responsável por 85% dos alimentos orgânicos no Brasil. Isso impacta positivamente a saúde dos consumidores, uma vez que são alimentos livres de agrotóxicos.

Além da adoção de práticas ambientalmente mais sustentáveis do que plantações em larga escala, como a utilização de policultivos, em que vários tipos de plantas são cultivadas no mesmo terreno, a agricultura familiar também tem um peso importante para a economia brasileira, representando um faturamento anual de US$ 55,2 bilhões e 38% do PIB (Produto Interno Bruto).

Base da economia de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes, é responsável ainda pela renda de 40% da população economicamente ativa do País e por mais de 70% dos brasileiros ocupados no campo. Tem larga participação na produção dos principais produtos consumidos pelos brasileiros, como o feijão (70%), mandioca (87%), leite (60%), rebanho suíno (59%), dentre outros. Esses números expõem a importância desse tipo de agricultura para o País, que dispõe de mais de 4 milhões de estabelecimentos familiares rurais.

Por meio da comercialização local e da cadeia produtiva mais enxuta, a agricultura familiar permite ainda que o produto desejado, com as características esperadas, chegue às mãos de quem o consome através de uma relação direta, o que tem impacto positivo também na experiência de compra desse cliente.

Por todas essas razões, é imprescindível investir massivamente neste tipo de produção. Uma forma de potencializar e contribuir com essa prática é apoiar políticas públicas, especialmente aquelas que estimulem incentivos fiscais para a produção em pequena escala e bonificações pelo uso sustentável da terra. Além disso, a liberação de crédito para a tecnificação do produtor e fomentos a pesquisas são pontos que devem ser avaliados, uma vez que proporcionariam melhorias e novos métodos produtivos ambientalmente mais corretos, economicamente mais viáveis e socialmente mais justos.

Por parte das empresas, o esforço pode ser feito no sentido de valorizar os produtos advindos desse tipo de agricultura, além de tentar encurtar as cadeias produtivas, reduzindo o número de atravessadores e, consequentemente, garantindo o pagamento de um preço justo ao produtor. Enquanto isso, as marcas de insumos também podem fazer sua parte, desenvolvendo uma política de preços e pagamentos diferenciada na venda de produtos para esses agricultores, oferecendo assistência técnica e disponibilizando conhecimento de forma mais ativa.

Ao consumidor, cabe exigir informações sobre a procedência dos seus alimentos, para conhecer o que se come e quem o produz. A partir daí, será possível diminuir a distância entre o “campo e a cidade” ao dar preferência a produtos locais, que preservam o meio ambiente e beneficiam diversas famílias, incluindo aquelas que consomem um produto de qualidade dentro de suas casas.

 

*Leila Bonfanti é Analista de Planejamento de Plantio Orgânico da Liv Up, startup de alimentação saudável

 

 

 

 

 

E

 

Chi”cú” Buarque de Holanda ficou vendo a banda passar sem a lei Rouanet para patrocinar.

 

LEITURA

 

 

Oblómov (1859), Ivan Gontcharóv – “Oblómov” é uma obra-chave na literatura russa do século 19 e a obra-prima de Ivan Gontcharóv. A trama é centrada na vida de Iliá Ilitch Oblómov, um rico senhor de terras que mal sai do sofá e passa os dias de roupão, fazendo planos que nunca coloca em prática. Lançado em 1859, a obra suscitou amplo debate ao retratar, por meio do protagonista, a elite russa às vésperas do fim da servidão.

 

 

ABRAÇOS

 

 

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com.

 

JBFoco Online – Terça-feira (08/10/2019)

 

https://chat.whatsapp.com/FPjwOITgOdo9LQnZAJprNs

Clique no link acima e receba gratuitamente notícias do JBFOCO regional. Nesse grupo não existe interação. Somente recebimento de matérias jornalísticas de Biguaçu, Antônio Carlos, Governador Celso Ramos e região.

Publicidade