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BOM DIA

 

Mariana E. B. (Foto Divulgação)

 

Nosso bom dia desta sexta vai mais uma vez para uma empreendedora de sucesso: Mariana uma Corretora de Seguros de sucesso. E segue aqui em poucas linhas uma breve história por ela relatada: ”

Como havia mencionado, sou proprietária da MEB Correta de Seguros, localizada no bairro da Trindade, exatamente ao lado do prédio da Reitoria II da UFSC.

Trabalhamos com diversos ramos de seguros, tais como vida, viagem automóvel, empresa, residência, condomínio, fiança, responsabilidade civil profissional, planos de saúde entre outros benefícios e proteções financeiras.

Atualmente atuo em parceria com as principais seguradoras do mercado: HDI, Liberty, Porto Seguro, Sul América, Mapfre, Tokio Marine, Bradesco, entre outras. A ideia é proporcionar aos nossos clientes o maior leque possível para atendermos a sua necessidade conforme o seu perfil.

Prezamos muito pelo atendimento consultivo desde o primeiro momento, justamente para que o nosso cliente sinta-se adquirindo algo que realmente precisa, que conheça em detalhes a sua apólice de seguro e que saiba que pode contar conosco para qualquer eventualidade, como a abertura e acompanhamento de um sinistro até o seu pagamento, eventuais alterações em sua apólice (endossos), solicitação de assistências emergencial para guincho, etc. Queremos que o nosso cliente sinta-se acolhido e seguro como um todo!

Minha trajetória profissional iniciou em bancos privados há cerca de 16 anos atrás. Trabalhei no Banco Real, Santander e Citibank como gerente de contas em torno de 7 anos. Na sequencia tive uma experiência em órgãos públicos estaduais, e há 3 anos resolvi colocar em prática o sonho de ter o meu negócio aproveitando meu conhecimento comercial e financeiro.

Venho construindo a minha carteira pouco a pouco, com muita dedicação, principalmente com as indicações de clientes atuais. Quero crescer, mas antes de mais nada atender da melhor forma possível aqueles que já estão comigo e me escolheram para proteger seus bens. Fidelização é essencial e o maior reconhecimento que posso ter.” A receita está dada. E quando precisar de uma corretora, fale com ela: (48) 99661-1111 ou ligue para Central de Atendimento da MEB Corretora de Seguros: (48) 4009-3669.

 

 

DICA

 

Convite para o dia 20/10 as 19h30 na Catedral Metropolitana de Florianópolis, primeira missa do neo-sacerdote Willian Vogel. Participe e prestigie o presbítero na sua  primeira missa na capital. Sua ordenação será no sábado em Brusque.

 

 

FRASE

 

” No ano passado, um centro holandês de criação de animais me enviou dois chimpanzés como presente. Eu matei um e cortei seu coração. O outro chorou amargamente e ficou inconsolável. O chimpanzé triste há muito tempo se acasala novamente e vive com muitos outros animais em uma agradável fazenda de caça perto de Villiersdorp. Jurei nunca mais experimentar com criaturas tão sensíveis, mas a memória daquele chimpanzé chorão permaneceu comigo. Era um dado adquirido, é claro, que ele estava chorando por sua companheira, mas desde então eu tive alguns pensamentos sobre o assunto, o que me fez pensar se talvez ele estivesse chorando pela raça humana. A ideia não é tão boba quanto parece. Em nossas ações, há muito o que chorar e mesmo um chimpanzé nunca se comportaria de algumas das maneiras contraditórias que consideramos normais. ” Christiaan Barnard.

 

 

PIB GAÚCHO

 

Nesta segunda-feira  que passou (14), foi divulgado os resultados do PIB, Produto Interno Bruto, do segundo trimestre de 2019. O Rio Grande do Sul teve crescimento de 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado, conforme dados da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão. O resultado superou o desempenho nacional, que registrou alta de 1%.

Fábio Pesavento, professor de economia da ESPM Porto Alegre, chama a atenção para alguns fatos pontuais.

 

  1. A base de comparação do segundo trimestre de 2018 é fraca. Nesse mesmo período, em 2018, o Rio Grande do Sul passou por um período de seca – – 36 municípios tiveram situação de emergência homologada pelo governo do estado por falta de chuva. Milhares de fazendas perderam suas plantações. As famílias ficaram dependentes de cestas básicas e caminhões pipas para o abastecimento básico de comida e água. A greve dos caminhoneiros também prejudicou a atividade econômica no período — o setor alimentício foi um dos mais atingidos.

 

  1. O estado enfrenta um desequilíbrio estrutural nas contas públicas. E ainda assim, o PIB cresceu no primeiro semestre de 2019, o que pode limitar a continuidade do seu crescimento. Hoje, a população acima de 65 anos, a maioria aposentados, é maior do que pessoas com mais de 16 anos – reduzindo a dinâmica econômica em função do arrefecimento da população economicamente ativa. Com isso, os servidores públicos estaduais inativos ultrapassam os ativos.

 

Isso tem feito com que o setor público do Rio Grande do Sul não possua capacidade para investir e atender às suas funções fundamentais, como oferecer à população serviços públicos de qualidade, e ainda menos para induzir o estado ao desenvolvimento econômico. A infraestrutura e os instrumentos fiscais e creditícios colocados à disposição do setor produtivo, têm sido insuficientes para mobilizar os esforços em direção a investimentos em solo gaúcho. Esses fatores, somados, prejudicam uma continuidade do crescimento econômico para a segundo semestre de 2019.

 

  1. Agronegócio. Historicamente, a safra no segundo trimestre é positiva – – portanto é um desempenho sazonal. O crescimento da agropecuária foi influenciado, principalmente, pelos aumentos das produções de soja e de milho, em recuperação depois da queda de produção provocada pela estiagem em 2018. Em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, a produção de soja – – concentrada, no Rio Grande do Sul, no segundo trimestre de cada ano – – cresceu 5,4%, com aumentos tanto da área plantada (2,4%) quanto da produtividade (3,0%).

 

  1. Indústria. O setor apresentou crescimento durante o segundo trimestre. O Rio Grande do Sul descola do restante do país no quesito atividade industrial no segmento de transformação. Enquanto o Brasil teve em um crescimento de 1,6% no segundo trimestre, o estado surpreendentemente cresceu 6,2%. Destaques positivos para os segmentos automotivo, produtos químicos e máquinas e equipamentos. “Infelizmente, o desempenho atual dos indicadores industriais do Rio Grande do Sul estão piorando. Mas a expectativa de um aquecimento do comércio no último semestre, no Natal, pode dar fôlego ao PIB gaúcho em 2019”, diz Pesavento.

 

 

 

 

 

MERCADO DE TRABALHO DEPOIS DO CÂNCER DE MAMA

 

 

Por Marisse Bonfim

 

O câncer ainda é visto, de maneira geral, como sinônimo de grande adversidade para muitas pessoas. Com o avanço tecnológico dos últimos anos, porém, as chances de um diagnóstico precoce e as taxas de sobrevida aumentaram consideravelmente. Isso significa que muitos ex-pacientes podem seguir a vida normalmente, o que inclui voltar ao mercado de trabalho. A questão é como o mercado está preparado para receber tais profissionais no retorno da licença ao fim do período de tratamento.

 

Na minha experiência eu sentia que venceria a batalha contra o câncer, mas um dos momentos mais difíceis foi o retorno ao trabalho. Fui diagnosticada com um tumor benigno na mama aos 39 anos. Logo em seguida, sempre realizando o autoexame, percebi outro nódulo, que a princípio foi dado também como benigno. Mas suas características eram diferentes do anterior, o que me fez buscar uma segunda opinião médica, quando então foi detectado um tumor maligno: um câncer de mama.

 

Como o tratamento era muito extenuante, precisei me afastar do trabalho. Quando terminei a terapia, apta a retornar às minhas atividades e cheia de planos, senti que a empresa onde trabalhava não soube lidar com minha volta. É difícil para os dois lados, pois o mundo não para durante nosso tratamento, mas não houve um cuidado com relação à minha reinserção. O olhar de compaixão e ao mesmo tempo de dúvida no ambiente é algo que nos fere. Muitos duvidavam da minha capacidade de tocar projetos mais longos, apesar de eu já estar saudável. Com o tempo, fui reconquistando meu espaço, até que decidi procurar novos horizontes profissionais.

 

Isso demonstra, de forma não generalizada, que as empresas, mesmo fazendo campanhas de prevenção no Outubro Rosa, ainda não se sensibilizaram com todas as questões que envolvem o câncer de mama, e uma delas é como lidar com o retorno das mulheres que tiveram a doença aos seus postos de trabalho. Assim, as reações iniciais são quase sempre de pena ou de dúvida em relação à capacidade daquela colaboradora, que precisará provar seu valor mais uma vez para a organização. Muitas não conseguem se reposicionar no mercado de trabalho e partem para atividades alternativas, ou começam a duvidar da própria capacidade, abandonam as carreiras e passam a apresentar sintomas de depressão.

 

No Brasil, a taxa de retorno ao trabalho após dois anos do diagnóstico de câncer de mama é de 60%, segundo pesquisa do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). O levantamento também revela que mulheres com remuneração acima de dois salários mínimos ou que passaram por cirurgia que preserva a maior parte da mama tiveram mais chance de se recolocar no mercado de trabalho. Outro fator que auxilia essas funcionárias é a flexibilidade no ambiente de trabalho, mas apenas 29% conseguem esse benefício.

 

Esses dados indicam que as campanhas do Outubro Rosa devem ir além da prevenção ao câncer de mama e do autoexame. Deve ser discutida também sob a ótica da recolocação dessas mulheres no mercado, de que maneira isso pode ser feito, formas adequadas de tratamento, bem como políticas para facilitar a reinserção dessas profissionais.

 

*Marisse Bonfim é coordenadora fiscal da Hughes.

 

 

PERMITA-SE ERRAR

 

 

Vivemos em um momento em que somos incentivados a não errar. Inclusive, essa filosofia é propagada por muitas empresas que optam por esconder os obstáculos que as levaram a chegar onde estão. Quando você pensa em marcas como Google, Instagram e Facebook, esquece que elas também começaram pequenas. E, vou além: de uma ideia que não deu certo.

Atualmente, a meta dos novos empreendedores é alcançar o sucesso na faixa dos 30 anos e quando isso não acontece, o desânimo aparece. Mas, não é bem assim! Na vida real, as empresas passam por momentos difíceis e decisivos em que é necessário evoluir e aprender. É assim que você chega em uma ideia verdadeiramente boa e, como consequência, no sucesso.

A All iN, por exemplo, é uma plataforma líder em Marketing Digital sendo responsável pelo envio médio de quatro bilhões de e-mails por mês. Mas, nem sempre foi assim. Quando a empresa foi fundada em 2006, a proposta era inovadora para o mercado. Então, o primeiro desafio foi o de desvendar o conceito de marketing de relacionamento digital. Outra barreira daquela época foi a necessidade de um alto investimento visto que não existia a tecnologia de computação na nuvem – o que faz toda a diferença nesse modelo de negócio.

Para transformar essa realidade, além de conhecer o comportamento do cliente, foi preciso oferecer a ele uma experiência única. Ou seja, procuramos evoluir em conjunto com o consumidor e o mercado. Após 11 anos, passamos de uma equipe de quatro sócios para 60 colaboradores, 600 clientes e uma estrutura de 55 mil metros quadrados.

A mensagem que permanece dessa trajetória é que errar faz parte do jogo. No entanto, abrir a mente para encontrar novas saídas para o erro é igualmente fundamental para a sobrevivência do negócio. Erre, erre muito e erre logo, só assim será possível aprender e encontrar alternativas para o sucesso! Afinal, a aprendizagem nunca se encerra enquanto se está construindo uma marca. No final das contas, o diferencial de todo empreendedor é aprender rápido e continuar em movimento.

 

Sobre o autor

Formado em Publicidade, Victor Popper é CEO e fundador da All iN – unidade de marketing cloud da Locaweb.

 

 

FELIPE

 

Mello, deu show na sua entrevista após marcar o gol da vitória contra a Chape, cada vez mais lanterna: ” Ofereço este gol ao nosso Presidente Jair Bolsonaro.” Enquanto isso Tite Lula, cada vez mais fora da seleção, não emplaca 2022, e Jair continuará sendo nosso Presidente.

 

LEITURA

 

 

O PROBLEMA FINA – Arthur Conan Doyle. Você provavelmente já ouviu a famosa frase ‘Elementar, meu caro Watson’. Ela é dita pelo excêntrico detetive Sherlock Holmes, para seu assistente, o médico John Watson.Os contos policiais sempre fizeram sucesso com os leitores de plantão. Sir Arthur Conan Doyle que o diga. Além de escritor, ele era médico. Mas não foi a medicina que o fez famoso internacionalmente, e sim o personagem de Sherlock. O detetive ficou tão conhecido que, até hoje, há diversas adaptações de seus livros para o cinema, teatro e séries de TV. Sua obra é um marco na literatura mundial por trazer características inovadoras, como a mitologia, o romance policial, o gótico e o realismo. No total, o autor produziu mais de 60 aventuras para os dois personagens, emblemáticos na literatura investigativa.

 

ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

 

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