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BOM DIA

Eva da Rosa. (Foto Divulgação)

 

Meu bom dia nesta terça-feira, vai para à amiga Eva da Rosa. As redes sociais realmente nos proporcionam conhecer pessoas maravilhosas. Deixo aqui meu carinho, e desejo de sucesso na sua vida. Beijos! E sorrindo sempre.

HOJE

É dia do Professor! O começo de tudo, aquele que deve ser honrado, respeitado, e acima de tudo reverenciado. Minha homenagem, aos meus mestres, aqueles que me mostraram o caminho das letras, da educação.

 

DICA

 

Você  com muito carinho, deve homenagear seu professor. Deve lembrar daquele que lhe alfabetizou, mas que ele não seja aquele catequizado pela esquerda, e tenha se transformado num ativista comunista. Um presente é sempre uma boa ação.

 

EMPREENDER NOS EUA

 

A ideia de morar fora é uma opção para alguns brasileiros que planejam ter novas oportunidades no exterior. A opção mais desejada é os Estados Unidos, país que mais recebe imigrantes no mundo, por ser atrativo quanto à qualidade de vida e segurança e ter educação de excelência. Conforme dados do Itamaraty, já são mais de 1,3 milhão de brasileiros vivendo em terras americanas, cerca de 300 mil na Flórida. Porém estima-se que esse número seja ainda maior, pois não conta a migração ilegal.

Não é de hoje que o cenário econômico e político do Brasil traz insegurança e diversas incertezas para executivos e empresários. Por isso a busca de alternativas para manter os negócios e da proteção do patrimônio e da família é ascendente. “O ‘chavão’ da vez para esses novos imigrantes seria a ‘busca da tranquilidade’, ao invés da tão falada ‘felicidade’. Digo tranquilidade, ao invés de felicidade, pois acredito que, salvo raras exceções, a maioria dessas pessoas é patriota, ama seu país, adora estar ao lado de sua família, amigos e entes queridos, mas se vê forçada a sair do Brasil justamente como uma proteção, em todos os aspectos. Fato é que esse movimento é crescente; há muitos brasileiros ao redor do mundo, com muita ênfase nos Estados Unidos”, explica Andréa Giugliani Negrisolo, sócia da Giugliani Advogados.

Segundo ela, os conflitos morais e sociais, a violência das ruas, a falta de saúde e educação refletem neste anseio e na questão ampla que circunda a palavra “segurança” — manifestada também pela falta de segurança jurídica das decisões judiciais e das nossas instituições como um todo. “Os brasileiros estão cansados de toda essa insegurança e impunidade, e isto gera um movimento de êxito internacional, em busca de uma melhor qualidade de vida para a família, uma atmosfera segura e um ambiente menos hostil para os negócios, a fim de conseguir fazer perdurar o patrimônio conseguido durante a vida para uma aposentadoria mais tranquila”, explica.

Contudo, atualmente e ao compararmos com o que vivenciamos nos anos 80/90, não se trata da mesma classe social de brasileiros que imigraram para o exterior naquela época: pessoas que buscavam “vencer na vida” ou alcançar o “sonho americano”. Os imigrantes atuais são outros: pessoas de alto nível intelectual, com ótima formação educacional e forte poderio econômico, que resolveram abrir mão de tal status, muitas vezes até baixando o nível social de vida, para viver como imigrante nos EUA — porém, de forma legal. Mas como fazer para viver legalmente nos EUA?

Atualmente, a comunidade de brasileiros nos Estados Unidos é numerosa, dados do Ministério das Relações Exteriores (MRE) demonstram que se ela concentra principalmente nos estados de Massachusetts, Connecticut, Flórida, New Jersey, Califórnia e Georgia. “Entre as questões a serem avaliadas para viver ou internacionalizar legalmente os seus negócios no país dos americanos, estão como pontos iniciais o processo imigratório e o planejamento tributário e patrimonial. Só para se ter ideia, são mais de 50 tipos de visto possíveis, de A a Z, e cada um se aplica a determinado caso e especificidade”, explica Giugliani.

Ela salienta que o planejamento tributário e societário internacional também é uma etapa importante nesse processo, tendo em vista a altíssima taxação americana ao residir permanentemente (Green Card), sendo necessário realizar operações societárias internacionais para que o processo seja possível e interessante do ponto de vista fiscal. “É necessário, no entanto, contar com um bom suporte jurídico para que não haja erros que comprometam os seus negócios, levando em consideração também a legislação americana. Hoje em dia, isso não é mais um sonho impossível. É um objetivo de vida”, finaliza.

 

 

Alta | Web

 

Andréa Giugliani Negrisolo, sócia da Giugliani Advogados.

Alta | Web

 

 

 

CIDADANIA ITALIANA

 

Por Rafael Gianesini

 

Em meio ao aumento de processos em busca da tão sonhada cidadania italiana, a polícia local deflagrou na última semana uma operação contra a ação dos fraudadores em processos para obtenção do direito por ligação sanguínea. A ação policial é o episódio final de uma série de processos que tem ocorrido nos últimos meses.

Uma das investigações tem o poder, por exemplo, de cancelar a cidadania de mais de 800 brasileiros que realizaram o processo por uma das empresas fraudadoras. Outra similar foi realizada em 2018 que desencadeou o cancelamento de mais de 1 mil nacionalidades. Mas afinal: qual é o caminho certo para encontrar um bom profissional e evitar fraudes?

Em primeiro lugar é preciso entender que o processo de cidadania é longo, complexo e dispendioso, por isso apesar desses problemas, procurar ajuda é sempre o melhor caminho. E, em segundo ponto, é saber que não existem atalhos. O reconhecimento válido depende de um trâmite demorado e cheio de travas, que são armadilhas para os criminosos. Isso não significa que você deve ficar 10 anos na fila, como acontece em muitos consulados atualmente.

A única forma legalmente válida de conseguir agilizar todo esse processo é realizar o pedido da nacionalidade de maneira jurídica. Ainda assim, se tudo correr bem, você demorará o tempo considerado padrão para finalizar o pedido: de um ano e meio a dois anos. Ou seja, desconfie de empresas que oferecem soluções muito mais rápidas. Pois, não existem milagres!

Outro fator importante quando se fala em cuidados para evitar fraudes é em relação a localização que será feito todo o processo. Via de regra, para realizar todo o caminho pelo país da bota é preciso fixar residência no local.

Muitas pessoas decidem morar por tempo suficiente para realizar todo o trâmite e depois retornar ao país em que vive, mas isso é muito arriscado e pode fazer com que o governo italiano entenda que você não é, de fato, morador daquele local, e dessa forma, inviabilizar o processo. Resultado disso: tempo e dinheiro gastos à toa, quando você poderia dar entrada nos papéis, de forma judicial e obter a documentação de maneira tranquila e legal.

Por último, vale a pena procurar por empresas honestas com boas referências, que mantenham contato direto com o cliente e que tenham funcionários sinceros e transparentes. Para isso, existem plataformas e aplicativos que o usuário pode ter acesso a cada parte do processo. Mas não é só isso! E lembre-se: quando se trata de cidadania italiana, não existem caminhos milagrosos e muito menos atalhos!

 

* Rafael Gianesini é um dos fundadores da Cidadania4u, primeira empresa brasileira criada com o objetivo de auxiliar usuários a obter a cidadania italiana de forma transparente e prática e em um ambiente 100% online por meio de sua plataforma e aplicativo.

 

 

 

LIBERDADE ECONÔMICA

 

 

A Lei de Liberdade Econômica vai aquecer o movimento de brasileiros que migram para o exterior a fim de abrir ou expandir seus empreendimentos. Existe uma expectativa de melhora do mercado interno no país e isso mexe diretamente com o desejo de quem empreende. Muitos empresários esperam o cenário brasileiro se estabilizar para começar a trazer seu capital para os EUA em busca de novos horizontes.

A previsão do governo federal com a nova lei é que 3,7 milhões de empregos sejam gerados e que o empreendedorismo seja fomentado para fazer a economia crescer em 7% nos próximos 10 anos. Neste cenário favorável, o movimento de abrir negócios no exterior deve ser diretamente impactado. Já existe tendência de mais emissões de vistos para investidores, o EB-5, e de processos de imigração emitidos para brasileiros. Se houver uma conjuntura melhor, certamente isso evolui e existem dados para mostrar essa curva ascendente.

Em 2018, foram emitidos 4.300 vistos de imigração para cidadãos do Brasil, muitos para empreendedores – um aumento de 74% em relação a 2015, quando houve 2.478 vistos concedidos, segundo o Departamento de Estado americano. Também entre 2015 e 2018, o Brasil subiu posições para ficar em sexto no ranking de países com maior número de participantes de programa EB-5. Foram 388 vistos deste tipo emitidos a brasileiros – um aumento de 41,2% em comparação a 2015, de acordo com o Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS, na sigla em inglês).

O momento de levar o business principalmente para os EUA, terra que já abriga muitos brasileiros, encontra um cenário político- econômico favorável também. Desde meados de 2018, com a deflagração da guerra comercial entre EUA e China, o mercado de exportações do Brasil tem se beneficiado e crescido como não se via há tempos. Ano passado, a venda de produtos brasileiros no exterior chegou a US$ 239,5 bilhões, melhor resultado dos últimos cinco anos, segundo o Ministério da Economia.

O empreendedor pode surfar nessa onda e suprir in loco esse tipo de demanda ao levar produtos requisitados para outro país. Conforme estudo da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), produtos como café e sucos do Brasil estão entre os que mais apresentaram aumento de procura nos EUA desde a década passada. Em 2016, por exemplo, dos US$ 4,9 bilhões de café cru importados pelos norte-americanos, 22% vieram de terras verde e amarelas.

A Apex também identificou potencial no mercado de sucos brasileiros. Conforme levantamento da agência, as marcas brasileiras ainda estão restritas às regiões em que há grande população brasileira, principalmente no Sul dos Estados Unidos. Em determinados segmentos, como suco de laranja concentrado, contudo, os produtos canarinhos representaram mais de 60% desse tipo de importação nos EUA.

Diante desses demonstrativos, os empresários podem encontrar oportunidades de abrir negócios e aproveitar tanto o momento do mercado internacional como as novas facilidades da Lei de Liberdade Econômica para explorar algum segmento. Se houver o devido cuidado nessa internacionalização, as chances de sucesso são grandes e existem bons exemplos.

Agora, sempre importante fazer ressalvas e lembrar que o otimismo exarcebado também pode levar a uma queda. Existem alguns caminhos comuns percorridos por quem patinou nessa mudança. Não existe uma fórmula certa para algo ir bem, mas são várias as rotas que levam alguém a ter dificuldades. O fundamental é sempre pesquisar e conhecer bem onde você vai pisar.

Empresas brasileiras de sucesso, como a rede de restaurantes Giraffas, Paris6 e Coco Bambu todas viveram o american dream e deram com os burros n’água, pelo menos em um primeiro momento. Simplesmente reproduzir o modelo brasileiro em outro país ou fazer negócios pensando no público de sua terra natal, mesmo quando o conceito do business não se liga a essas raízes, são exemplos comuns de enganos.

 

 

FRASE

 

“Vamos iluminar o mundo com palavras positivas.

Fique atento ao que é mais importante nesta vida…

Promova a felicidade sempre que possível.

Não perca tempo julgando, mas sim amando!

O amor é o melhor relaxante… …

O poderoso efeito das palavras.” Teresa de Calcutá

 

 

LEITURA

 

OS CINCO PORQUINHOS – Agatha Christie. A Rainha do Crime, como é conhecida a escritora de romances policiais, se consagrou ao criar o detetive Hercule Poirot, que desvenda crimes e histórias intrigantes de maneira surpreendente. Agatha Christie é a romancista mais vendida, de acordo com o Guinness Book, o Livro dos Recordes. Seus mais de 90 livros publicados, e traduzidos em todo o mundo, fizeram dela a maior escritora de romances policiais de todos os tempos. Muitas obras já foram adaptadas para o teatro e cinema.Além dos consagrados contos de mistério, Agatha deixou de lado as investigações e publicou seis romances sob o pseudônimo de Mary Westmacott, explorando a alma humana, seus conflitos e emoções. A escritora morreu em 1976, com 85 anos, vítima de uma pneumonia.

 

ABRAÇOS

 

 

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com.

 

https://chat.whatsapp.com/FPjwOITgOdo9LQnZAJprNs

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