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BOM DIA

Tania Maria da Silva. (Foto Divulgação)

Meu bom dia desta quinta-feira, vai para à amiga e escritora, Tania Maria da Silva. Admiro as pessoas que criam principalmente livros infantis. Tania já tem 6 livros publicados, Tempo de Brincar, NANYANYKA, Gira Gira Gira Roda são alguns deles. Idealizadora do Projeto Clube da Leitura: a gente catarinense em foco da Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis (SC) 2013. Contadora de histórias e professora. Precisa escrever mais alguma coisa. Ela realmente é gente que faz e faz a diferença. Parabéns amiga.

 

AS

Imundícies, digo políticos que são contra a prisão em segunda instância, e me refiro aqui aos esquerdopatas, e demais políticos que já são investigados por corrupção, acham que o povo é otário. Mas com certeza isso vai ser aprovado nem que seja na força. Pois muitos merecem a forca.

TAESA

A Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A), um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, está gerenciando a construção de cerca de 600 quilômetros de linhas de transmissão e três subestações, localizadas entre os estados de Minas Gerais e Bahia, com a ferramenta de colaboração em nuvem denominada Colaborativo, que é fornecida pelo Construtivo, companhia de Tecnologia da Informação especializada no setor de engenharia e construção.

De acordo com Amanda Guimarães, gestora de documentação técnica de Janaúba, a necessidade de ter uma ferramenta de colaboração na nuvem surgiu com os empreendimentos de greenfield. “Até então, nós atuávamos com operação e manutenção. A partir dos empreendimentos em construção, precisávamos de um software que atendesse a demanda dos trâmites de documentação e o Colaborativo veio ao encontro desses objetivos”, explica ela.

O projeto de construção do empreendimento de energia elétrica, que começa no próximo mês e tem prazo para energização estipulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) até fevereiro de 2022, deverá movimentar cerca de cem mil arquivos, que serão tramitados pela plataforma Colaborativo.

“A ferramenta se tornou primordial para nosso negócio, pois não há como fazer o gerenciamento de projetos de engenharia sem o suporte em tempo real proporcionado pelo Colaborativo, cujo maior benefício é dar visibilidade do avanço do projeto e não deixar a obra atrasar”, acrescenta Amanda.

Quando pronto, o projeto Janaúba garantirá a transmissão de energia elétrica, impactando uma população de 18 municípios entre o sul da Bahia e o norte de Minas Gerais. “Além de contribuir para a expansão do negócio da Taesa, o Colaborativo fornecerá segurança, unicidade e visibilidade ao empreendimento, o que impactará diretamente no novo ciclo econômico de desenvolvimento nas regiões, promovendo renda e empregos, bem como corroborando para o meio

ambiente”, finaliza Marcus Granadeiro, CEO do Construtivo.

 

Sobre o Construtivo.com

O Construtivo é uma empresa de tecnologia com DNA de engenharia. Pioneira no conceito de nuvem, atende aos maiores projetos de infraestrutura do Brasil. Fundado em 2000 como uma joint venture do Grupo Santander, o Construtivo passou por um processo de MBO (Management buy-out) em 2004 e se tornou uma empresa nacional.

Com sede em São Paulo e filial em Porto Alegre, o Construtivo tem como carro chefe a solução Colaborativo, ofertada na modalidade de serviço (SaaS) e atendendo mais de 40 mil usuários com rede de plena redundância e com padrões de segurança internacionais a partir de seus servidores em Data Center Nacional padrão Tier III.

As soluções do Construtivo não se limitam apenas àquelas que compõem o Colaborativo. Elas englobam o serviço e o conhecimento de sua equipe como parte do processo. Aproveitando o know-how de mais de 20 anos de sua equipe em CAD e o pioneirismo em BIM, o Construtivo estabeleceu um núcleo de serviços de CAD / BIM.

Com cerca de 100 clientes ativos, entre eles UHE Belo Monte, CSN, Systra Vetec, CEEE, Voith, EBEI, Exto, CTG Brasil, Mobissom, LPC Latina, Rodobens, State Grid, JHE, PK, Voith, Rumo e Energia Consult, o Construtivo.com se tornou uma das principais empresas voltadas para o gerenciamento de processos com especialização em engenharia civil do país, atendendo áreas como energia, transporte, administração pública, manutenção, entre outras.

Informações: http://www.construtivo.com/

 

DICA

Fazer o bem sem olhar a quem. Mas tenha um bom senso em faze-lo.

FRASE

” Criar é acima de tudo dar substância ideal ao que existe!” Di Cavalcanti

DIRETORIAS

Incompetentes dos times do Londrina, e Criciúma querem entrar no tapetão contra o Figueirense. Realmente o desespero, do tigre e do tubarão, são dignos de terceira divisão.

DIVERSIDADE

*por Natália Zeferino, gerente de Gente do Grupo Movile

Muitos estudos já foram produzidos sobre o tema da diversidade, como forma de ajudar a provar para as empresas que a preocupação com a existência de pessoas diversas nos times, além de essencial do ponto de vista humano, gera resultados positivos para as organizações. De acordo com pesquisa realizada pela McKinsey & Company, companhias com maior equilíbrio de gênero são 21% mais propensas a ter lucratividade acima da média. Do ponto de vista étnico e cultural, os dados indicam 33% de probabilidade de desempenho superior.

Especialmente para empresas que trabalham com tecnologia e inovação, a diversidade é uma grande aliada. Segundo estudo da consultoria Josh Bersin, organizações com essa característica têm 1,7 vezes mais chances de serem líderes inovadores nos mercados em que atuam.

No entanto, para atingir bons resultados, não basta que a empresa se declare aberta à diversidade, é fundamental que a liderança esteja diretamente envolvida no processo. Mais do que buscar pessoas diversas de forma ativa, a organização precisa estar preparada para recebê-las.

Primeiro, é preciso entender que há diferentes formas de analisar esse conceito em uma empresa, como por gênero, etnia, pessoas com deficiência e membros da comunidade LGBTI+. Para realizar processos seletivos inclusivos, deve-se pensar nisso a cada passo, principalmente onde as vagas serão divulgadas para atingir esse público. Em caso de processos maiores, a própria comunicação visual pode acabar pecando pela falta de representatividade e isso deve ser sempre avaliado.

Por vezes, os pré-requisitos à contratação já são um impeditivo. A exigência de um nível avançado de inglês, por exemplo, pode eliminar de cara muitos candidatos por razões socioeconômicas. Cabe avaliar se a habilidade é realmente necessária para o dia a dia da posição e, caso seja, entender a possibilidade de oferecer bolsas ou treinamentos para que o(a) candidato(a) adquira o conhecimento que lhe falta.

Estar preparado(a) para receber um time diverso também é essencial. Ao ter a diversidade como parte da cultura de uma organização, é preciso que isso reverbere em todo o seu ecossistema, desde a comunicação e acessibilidade nos espaços físicos até as ações cotidianas, por meio de uma comunicação mais inclusiva.

A equipe de recrutamento e seleção, é claro, deve ser um dos principais pontos focais dessa mudança. Treinamentos relevantes para o tema, como falar sobre o viés inconsciente – associações quase automáticas que fazemos, criando uma impressão sobre algo ou alguém com base em experiências passadas ou convenções sociais – podem ser úteis para o processo da organização.

Um exemplo muito simples disso é ver uma pessoa de tatuagens e roupas pretas e assumir que ela gosta de rock, por exemplo. É uma espécie de estereótipo que pode nortear decisões sem que a gente se dê conta disso. No caso de recrutadores, a percepção desse tipo de coisa é essencial para aumentar a diversidade nas contratações.

A tecnologia, se bem aplicada, pode ser uma grande aliada nessa busca. Recentemente, realizamos no Grupo Movile um processo seletivo com etapas iniciais às cegas e com ajuda de um chatbot, para um programa de estágio e de jovens talentos. O resultado foi a contratação de 46% de mulheres, 40% de pessoas negras e 26% de membros da comunidade LGBTI+.

É importante também que o time de C-level da empresa esteja comprometido com a mudança. Esses(as) executivos(as) são espelhos para os demais, portanto, agentes de transformação com alto impacto.

Por fim, para que a diversidade seja alcançada e saia do papel ou do discurso, é fundamental que ela seja uma meta, com ações táticas programadas e acompanhamento periódico, como todos os demais objetivos de uma empresa. Assim como outros objetivos organizacionais, a busca pela diversidade e inclusão, funciona melhor quando todos(as) agem com esse propósito, não apenas a diretoria ou o RH. Abraçar essa causa é um constante aprendizado, que faz bem não só aos negócios, mas a todos(as) enquanto seres humanos.

AINDA

Não estamos no verão e os horários de rush em Florianópolis estão ficando insuportáveis.

LEITURA

VOVÓ CONTA UMA HISTÓRIA – Tania Maria da Silva – Um livro infantil, que aguça, estimula as crianças a leitura. E de uma pedagogia muito inteligente.

 

ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

 

Jornais em Foco – Terça-feira (26/11/2019)

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