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Faleceu às 6h da manhã deste domingo (17/05/2020), no Hospital da Base Aérea do Rio de Janeiro a senhora Vera França. O sepultamento ocorrerá na segunda-feira (18/05/2020), às 16h30, no cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro.

Dona Vera era natural do Rio de Janeiro, mas mudou-se na década de 1970 para Biguaçu, onde viveu por quase cinco décadas. Veio para cá por causa do esposo, seu França, que trabalha na manutenção de máquinas na Inplac. Depois ele atuou no antigo jornal O Estado, onde fazia a manutenção das rotativas e outras máquinas. Vale lembrar que sr. França era conhecido como um grande profissional que tinha uma habilidade notável em lidar com máquinas e como consertá-las, inclusive nos “pepinos” mais escabrosos.

Dona Vera era uma pessoa simpaticíssima. Contava que seu pai, um migrante oriundo do nordeste que se instalou no Rio de Janeiro, nunca havia sido assaltado naquela metrópole, ou seja, apesar do noticiário de insegurança pública naquela cidade, ele tinha uma vida como se estivesse numa cidade pequena.

Dona Vera comentou que, quando chegou a Biguaçu, o primeiro impacto que teve foi constatar que as padarias, diferentemente como era no Rio de Janeiro, sua cidade natal, não abriam aos domingos. Ela dizia isso soltando gargalhadas.

Tirando essa particularidade das padarias, dona Vera adorava Biguaçu, onde criou a família. Em suas conversas, comentava particularidades tanto do Rio de Janeiro quanto de Biguaçu (Santa Catarina).

É verdade que ninguém é eterno, mas fica a saudade. Ninguém sabe o dia em que vai partir. Dona Vera poderia ter ficado mais algumas décadas, mas foi chamada. É a vida.

Vá com Deus, que seus caminhos sejam iluminados. Sua alegria fica na eternidade.

Pêsames à família. Abraços aos filhos de dona Vera. Votos de conforto nessa hora difícil.

Descanse em Paz, dona Vera. Resquiescat in Pace!

 

Salmo 23

1 O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.

2 Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.

3 Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.

4 Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.

6 Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

 

 

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