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Desde os primórdios da humanidade a evolução econômica se deu através dos financiamentos. As grandes companhias de navegação, do século XIV em diante, sempre foram financiadas e com isso gerou-se o grande desenvolvimento da humanidade.

Países tomam dinheiro emprestado para se desenvolverem. Hoje o Brasil está como está graças a muitos financiamentos. Se alguma pessoa ou empresa precisa comprar algo, ou investir em seu comércio ou produção, e não dispõe dos recursos necessários, toma dinheiro emprestado.

O financiamento é uma espécie de compra a longo prazo, com o acréscimo de uma taxa de juros ao valor inicial, que varia de acordo com o tempo de parcelamento. Quem nunca comprou uma geladeira, fogão, televisão, veículo ou tantos outros bens de consumo à prazo?

Adquirir a tão sonhada casa própria foi possível com financiamento para 95% da população. Sem financiamentos, o número de desabrigados ou morando em sub-habitações seria um contingente humanitário de grandes proporções.

Na mesma linha de raciocínio, será  que teríamos tantas estradas asfaltadas, tantas ruas calçadas se não houvesse financiamentos? Esperar para dispor dos recursos e fazer obras sem financiamento é não dar qualidade de vida e conforto para a sociedade.

A poeira e buracos nas estradas causam doenças respiratórias, sujeira dentro dos lares, desconforto geral. Imagine o agente público guardar os recursos para fazer essas obras sem financiamento. Seria fazer a população esperar, com todos os desconfortos, mais uns 5 ou 6 anos.

Além da melhoria da qualidade de vida da população, os financiamentos para obras geram empregos e giram a economia rapidamente.

Tem quem pense o contrário, infelizmente.

 

Nilson Goedert

 

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