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A polêmica nacional da vez foi a morte de João Alberto Silveira Freitas, 40, espancado e asfixiado por dois seguranças do hipermercado Carrefour, em Porto Alegre, na quinta-feira passada (19/11/2020), coincidentemente um dia antes do Dia da Consciência Negra.

O que chama a atenção neste caso foi a onda de protestos alegando que João Alberto foi vítima de racismo pelo fato de ser negro.

Mas se ninguém provar o contrário, o caso não tem NADA A VER COM RACISMO. Por mais que a Maju Coutinho, apresentadora do telejornal Hoje, da Rede Globo, uma negra linda de morrer, a “Miss Nigéria” em pessoa, tenta apresentar o caso como um caso de “racismo”, os fatos levam em direção contrária.

Na realidade, a questão é outra: o perigo de se contratar seguranças DESPREPARADOS, MAL TREINAMENTOS, TRUCULENTOS, pavio curto, que aproveitam os momentos de tensão para desferir surras em quem quer que seja.

Não importa se João Alberto tinha ficha policial, que ele, ao ser conduzido para fora do supermercado acabou desferindo um soco num dos seguranças, o que acabou desencadeando o “Vias de Fato” que resultou na tragédia.

O fato é o seguinte: os seguranças EXCEDERAM-SE. As regras das brigas para o cidadão comum depois não estar respondendo a processos criminais são as seguintes:

  • Se alguém o atacar, você tem todo o direito de defender-se. Não há lei que diga que alguém não pode revidar uma agressão física.
  • No entanto, uma vez o adversário for derrubado e não mais tornar-se ameaça a sua integridade física, que os socos, pontapés e outros golpes de revide sejam encerrados de imediato.

Os IDIOTAS dos seguranças da empresa contratada pelo Carrefour EXAGERARAM nos socos e bateram em João sem parar, espalhando sangue na entrada do supermercado e, ao final, os IDIOTAS tiveram a ideia “inteligente” de AFIXIAR o cidadão.

O certo seria: neutralizar a agressão desferida por João, imobilizá-lo não pelo pescoço, área sensível que pode resultar em asfixia, mas sim pelos braços e CHAMAR A POLÍCIA. Eram dois seguranças contra um homem de meia idade que não gozava da melhor forma física e treinamento marcial. Podiam ter feito isso.

A polícia chegaria, levaria João para a delegacia mais próxima, a direção do Carrefour registraria a queixa, um dos seguranças poderia apresentar o vídeo em que aparece João dando soco nele e a coisa resolver-se-ia na esfera policial e judicial.

Mas os seguranças eram uns TRUCULENTOS MAL TREINADOS, BURROS, IMBECIS, CAVALOS, continuaram dando socos e mais socos, mesmo depois do cidadão já estava desmaiado. Enfim, fizeram prá cabeça.

  • Perderam o emprego,
  • Estão presos,
  • Provocaram uma polêmica nacional,
  • Mataram um homem, que tinha um passado problemática, mas era uma vida, uma pessoa, uma alma,
  • A “brincadeirinha” desses seguranças IMBECIS vai render-lhes certamente alguns anos de cadeia.
  • Pode ser um ano, dois, 10, 15 ou o máximo de 30 anos de cadeia. Cadeia no Brasil é O INFERNO NA TERRA. Os seguranças IMBECIS, por não dominarem os nervos, fizeram prá cabeça. Ninguém merece passar a infeliz experiência de ir para uma cadeia brasileira!!!
  • Como diz o ditado, “quando a cabeça não pensa, o corpo paga”.

A empresa que os contratou para trabalharem no Carrefour vai incomodar-se. A razão é simples: há séria suspeita de que os seguranças em questão não tinham treinamento ou, se tiveram, era falho.

O Carrefour vai tentar defender-se pondo a culpa na empresa terceirizada de segurança, o que é verdade. Essa empresa tinha de oferecer seguranças bem treinados. Mas o hipermercado vai incomodar-se e muito.

Desse episódio, o alerta é o seguinte: é preciso ter uma fiscalização maior com relação ao perfil de seguranças. Pessoal pavio-curto, truculento, que não mais responde por seus atos uma vez entrando em briga corporal, não pode ser segurança particular de empresas. É um perigo e pode gerar casos como este de João Alberto.

Quando escrevo isso, lembro-me do caso, de anos atrás, de um segurança de banco no interior de São Paulo, tipo pavio-curto, que não teve dúvida: sacou a arma e matou um aposentado que tinha marca-passo e queria entrar na agência, mas a porta antifurto travava. Podia ter chamado o gerente para resolver o problema, mas sem ter sangue frio nessa hora, resolveu da forma mais truculenta possível: a tiros contra um aposentado desarmado.

Segurança decente é aquele que reage a agressões, mas cessa imediatamente os socos e pontapés quando o adversário já está fora de combate. É educado, sangue frio e tenta resolver os conflitos da melhor maneira possível.

Dito tudo isso, o fato é o seguinte: a morte de João Alberto Silveira Freitas, 40, nada tem a ver com racismo, repetimos. Nada, absolutamente nada. Isso poderia ter acontecido a qualquer um, seja um branco, um oriental, um índio, um judeu, um gordo, um magrela, um homossexual, enfim, qualquer ser humano, independente de idade, cor, preferência sexual e etnia. Coincidentemente João Alberto era negro e isso foi o estopim, pois grupos esquerdistas, inspirados no caso do norte-americano George Floyd, morto em situação parecida ao ser asfixiado durante uma ação policial, aproveitaram para MANIPULAR alegando que o “negro” João Freitas foi “vítima de racismo” e repetindo o slogan “Vidas Negras Importam”.

Nada mais do que manipulação com objetivo político.

  

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