O leitor mais velho se lembra do episódio do último presidente do regime militar do Brasil, João Batista Figueiredo (1918-1999), ter literalmente saído pela porta dos fundos do Palácio do Planalto para não entregar a faixa presidencial ao sucessor, José Sarney.

Este episódio, que aconteceu em 1985 e marcou a crônica política da época, parece que vai ganhar uma versão biguaçuense no próximo dia 1º de janeiro de 2020. Segundo uma fonte da prefeitura de Biguaçu, o prefeito de saída, Ramon Wollinger deverá dar uma de João Figueiredo, ou seja, deverá não participar da cerimônia de entrega da faixa ao sucessor.

Segundo a fonte, quem deverá entregar a faixa ao prefeito eleito, Salmir SIlva (MDB), será o vice-prefeito, Vilson Alves. Para isso, Ramon vai inventar alguma desculpa para estar ausente da cerimônia, quem sabe até mesmo fora de Biguaçu em 1º de janeiro próximo.

Por que Ramon, certamente o mais incompetente e fraco prefeito de Biguaçu de todos os tempos, um cidadão que não explicou para que veio e vai sair deixando uma série de repostas para perguntas cabeludas, vai fazer isso?

Ele está com a famosa “raivinha da derrota, mas, na realidade, deve-se ao fato de que é um cidadão que se acovarda das situações e, mais uma vez, Vilson Alves terá de tomar atitude devido à psicologia de Ramon, que é aquele cidadão que dorme cedo, mas acorda tarde.

Diz a fonte que Ramon pretende fazer uma live na noite de hoje (sexta, 27/1/2020) no Facebook apresentando as razões de sua decisão de “Figueiredo”.

 

 

João Batista Figueiredo. (Reprodução Acervo do IHGB (Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro).

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