Por: Adriana Costa Alves | 15/03/2018

E muito bem lembrado pelo nosso antigo colunista Walter Lemos, quando o mesmo falou em nota que as casas de prostituição na Grande Florianópolis não param de se proliferar, frequentadas, inclusive e além dos homens comuns casados, por grandes figurões da sociedade, bem ao estilo “faz o que eu digo mas não faz o que eu faço.”

No entanto, como bem frisou o colunista, “tomem cuidado com os celulares filmando.” Isso mesmo, porque eles filmam tudo, absolutamente, tudo. E destas telinhas poderosas ninguém mais escapa. E seja pelo bem ou pelo mal, elas estão aí e nas mãos erradas, todos sabem bem o que pode acontecer…

Só para se ter uma ideia, dia desses, um homem filmou com o celular uma moça bonita que lia dentro de um metrô de São Paulo, cujo dedo indicador, limpava despreocupadamente o salão, ou melhor, o nariz. Jogado o vídeo na internet, já viram o que deu, né?

E aqui mesmo, em uma cidade do norte do Estado, um aluno com intenções pra lá de maldosas, filmou com o celular as partes íntimas da professora que ministrava as aulas de saia. Ao abaixar sobre a carteira de um aluno, o malfazejo não teve dúvidas e como se isso ainda não bastasse, logicamente, jogou o vídeo na internet, com o único objetivo de debochar e humilhar a professora.

Com certeza, que nas mãos certas, as câmeras dos celulares podem fazer milagres e ajudar muitas pessoas. Como exemplo, um vídeo que circulou nas redes sociais e que causou muita indignação nas pessoas, onde uma mãe filmou o próprio pai batendo descontroladamente na filha, uma criança de apenas dois anos. Com o vídeo em mãos, ela foi até a delegacia, não sem antes socorrer a filha, e graças a isso, o monstro já está atrás das grades, onde deveria apodrecer!

Demais crimes também já foram solucionados por conta das poderosas telinhas nas mãos e no momento certo. Mas se na vida existem os dois lados da moeda, pelo sim, pelo não, cuidado os mais despreocupados. Até porque pessoas pegas desprevenidas em situações totalmente ridículas e constrangedoras, bombam nas redes sociais. E em tempo de ausência de privacidade, todo cuidado é pouco!

Adriana Costa Alves