Por: Amanda Arruda | 25/07/2018

A Autóctone

 

As curvas minhas são margens de rio,

De selva e mata é feito meu cabelo,

Meus olhos-flecha refletem meu brio

Que os deuses deram-me para acendê-lo.

 

Meu abraço é oca a sempre te abrigar,

E a tez dourada feito estandarte

Realça minhas tintas, meu cocar,

Ilumina-me o viver que irei falar-te.

 

Ideal, jamais! Eu mesma, porventura,

Trago a cara de minha história e poesia,

A boca sopra o hino de minha cultura,

Literatura de minha terra eu mesma fí-la.

 

Trago na veia a semente da luta,

Da minha aldeia e minha língua bela;

No meu sorriso, reluz estrela arguta,

E poesia eterna para lê-la.

 

(*) Amanda Arruda, 17, faz parte da nova geração de escritores de Biguaçu. Quem quiser adquirir o romance “A Heroína que virou Lenda”, entre em contato pelo fone (48) 9-9645-7045 ou pelo e-mail amandaarruda2001@yahoo.com.br.

 

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