Por: Ozias Alves Jr. | 10/10/2018

Em um de seus vídeos, o filósofo Olavo de Carvalho (sabotado pela grande mídia, mas que virou uma celebridade na internet), residente atualmente nos Estados Unidos e certamente um nome que ficará mais famoso ainda depois da vitória de Bolsonaro, observou que a grande força dos EUA é a imensa capacidade criativa de seu povo. Isto é, o norte-americano tem uma capacidade incrível de criar soluções e transformá-las em negócios. Há uma frase até que diz que “o negócio dos EUA são os negócios”.

Mas por que estamos falando disso? É que lemos recentemente reportagem sobre o problema dos congestionamentos no trânsito (que o diga Florianópolis com uma ponte para entrar e outra para sair e uma terceira que gastou uma fortuna e cuja reforma já ultrapassou três décadas).

Lá pelas tantas, a reportagem abordou os aplicativos de carona compartilhada. Quem os inventou? Norte-americanos.

Mas o que nos chamou a atenção foi uma foto de uma estrada dos EUA. Na imagem, uma placa que, entre indicações, apontava para um certo “carpools only”. O que quer dizer isso?

“Carpool” significa “carona compartilhada”, ou seja, aquele motorista que dá carona (grátis ou paga) para outras três ou quatro pessoas num mesmo veículo e para o mesmo destino.

Nos EUA, já existe estradas com faixas destinadas apenas a carros de carona compartilhada (carpool). O objetivo é óbvio: diminuir os engarrafamentos e aumentar a mobilidade urbana.

Só mesmo um país como os EUA cujo governo consegue ter alguma agilidade mental para criar soluções. Ora, uma faixa exclusiva a “carpool” só incentiva a nova modalidade, não é? E isso ajuda na mobilidade urbana, não é?

Enquanto aqui no Brasil, haja incompetência estagnadora. Aqui funciona o famoso “deixa como está para ver como é que fica”.

 

Ozias Alves Jr

E-mail: ozias@jbfoco.com.br

 

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