Por: Ozias Alves Jr. | 1 mês atrás

Transcrevemos um e-mail que recebemos da assessoria dos Correios. Aqui vai: “Os Correios lançaram na segunda-feira (10/12) a emissão comemorativa “Centenário do Nascimento de Nelson Mandela”. O selo é uma homenagem a Mandela por sua luta contra a discriminação racial e contribuição aos direitos civis. O lançamento ocorre em cerimônia no Palácio do Buriti, em Brasília, e contará com as presenças de representantes do corpo diplomático e autoridades do governo federal.

A arte da peça é uma ilustração de Eduardo Kobra, que utilizou camadas texturizadas, linhas fortes e seções fragmentadas. O artista empregou imagens em preto e branco colocando-as contra fundos xadrez coloridos. O mural de Nelson Mandela foi originalmente apresentado em uma exposição do ilustrador brasileiro intitulada Peace, no ano de 2014, na Dorothy Circus Gallery, em Roma.”

Finaliza: “Nelson Mandela nasceu em 1918, na África do Sul, e morreu aos 95 anos, em 2013, na cidade de Johanesburgo, na África do Sul. Foi uma personalidade reconhecida mundialmente por sua luta contra o Apartheid, o regime de segregação racial que imperou na África do Sul da década de 40 até os anos 90. Mandela foi ganhador do prêmio Nobel da Paz em 1993 e ex-presidente sul-africano de 1994 a 1999.

A tiragem da emissão é de 360 mil selos, com valor facial de R$ 2,35. As peças estarão disponíveis nas agências de todo o país e também na loja virtual.”

Eu particularmente pensava que Nelson Mandela era um “herói”, um grande ativista dos direitos humanos, líder da luta contra o Apartheid da África do Sul, um grande homem.

Mas agora percebi que eu estava e fui enganado, pois a essa história não foi bem assim. Mandela, na realidade, não foi um “santinho”, um Cristo negro que se sacrificou pela causa ficando preso por 27 longos anos.

Na realidade, ele foi condenado à prisão perpétua em 1964 por uma série de atentados terroristas em que mandou matar não importava quem- se crianças, idosos, mulheres, brancos ou negros.

Na realidade, a mídia internacional não divulgou nada sobre seu passado terrorista e assassino. E na era antes do surgimento da internet, o fluxo de informações era perfeitamente controlável por causa do controle sobre grandes jornais, rádios e TVs.

E agora com a internet, documentos, vídeos, depoimentos e até mesmo trechos da autobiografia do próprio Mandela revelam o homem que ele foi e que está bem distante da imagem que a mídia internacional fora da África do Sul o apresentou.

Por que Mandela, que era inclusive figurava na famosa lista de terroristas do governo dos EUA, foi libertado em 1990?

O espaço aqui é curto, mas a resposta está num certo banqueiro David Rockfeller, da famosa família norte-americana de megaempresários, que teria articulado a libertação de Mandela para conseguir enfim a concessão de minas de diamantes na África do Sul.

E em 1994, quando assumiu como presidente da África do Sul, qual foi uma das primeiras medidas de Mandela? Assinar o decreto concedendo minas à família Rockfeller.

Diante de um passado negro, Mandela ficou com a imagem de “herói” quase que no planeta inteiro?

Muito simples. Basta não revelar a verdade dos fatos, manipular, impedir que a população saiba da verdade. Esta é a resposta.

 

Ozias Alves Jr

Editor

É muito FÁCIL receber notícias gratuitamente e concorrer a uma bicicleta!

JBFoco

#jbfocowhattsapp

  1. Envie uma mensagem no whattsapp para o número (48) 9-8484-7539 com a palavra OK!

  2. Além de receber notícias GRATUITAMENTE, você concorrerá a uma bicicleta.

Prêmio a ser sorteado: Bicicleta Aro 26 Beach 18V

Sorteio: Dia 05.03.2019 ( 05 de março de 2019)

Quem já recebe as reportagens pelo whattsapp está concorrendo automaticamente.