Por: Ozias Alves Jr. | 10/01/2019

Aqui alguns comentários de leitores sobre o episódio da morte do jovem João Marcos Fortunato, 24, ocorrido no final da tarde do último sábado (05/01), na praia de São Miguel, Biguaçu, quando pulou de cabeça do trapiche local sem ter feito uma checagem preliminar da profundidade. Enfim, ele bateu com a cabeça na areia e morreu.

O colunista Décio Baixo Alves gravou uma vídeo/crônica sobre a tragédia e constatou. Realmente o trapiche não possui nem placa de advertência nem uma mureta que fosse uma barreira para impedir saltos, pelo menos no trecho mais raso da praia.

Confira os comentários:

  • Viviane Macedo Alves. “Meu irmão fez a mesma coisa e graças a Deus não aconteceu algo grave. Ele ralou a testa por que ali e bem raso mesmo. Ele não sabia…”

 

  • Maria Teresinha Becher. “Se ele estava bêbado e dez besteira, as autoridades fazem o que? Como é fácil julgar, cambada de sem noção, tem a família sofrendo, mais respeito.”

 

  • Lizi Dallagnelo.” Muito triste a morte desse jovem. Lamentável. Independente se ele estava ou não alcoolizado quem somos nós para julgar ele estava se divertindo foi uma fatalidade infelizmente…. As pessoas tem o hábito de falar muito e saber pouco. Que Deus de forças para todos os familiares nesse momento principalmente para os pais que Deus conforte coração deles.”

 

  • Andreza Costa. “Olha prefiro não julgar ninguém. Não cabe a mim, mas adolescente é um caso sério. Fazem muita coisa sem pensar e sempre tem algum responsável pra consertar. Falo isso porque tenho filhos na idade de 20 ,19 e 17. Eles não são iguais tem o que gosta de se divertir e não mede consequencia, só que acho que guarda algum ensinamento de casa, tem o que é pé no chão e responsável e o que é detalhista e responsavel.

Então o fato é que fui criada aí em São Miguel, quando a represa funcionava a cachoeira tinha água em abundância e tudo isso era explorado e diga-se de passagem era tudo muito bom e nunca vi acidente brincávamos nos divertimos e não tinha proteção coisa nenhuma e as águas com certeza eram mais fortes e nada acontecia mas todos sabiam nadar e quando ia pra algum lugar desconhecido ninguém se jogava em água que não sabia se havia pedra rede ou qualquer perigo, meus filhos não foram criados aí mas posso dizer que se criaram em praias mais perigosas e do mesmo jeito aprenderam a respeitar as águas e não ir além do que podiam. O que quero dizer é que fica fácil tirar minha responsabilidade de responsável e ensinar e jogar a culpa em qualquer outra coisa para que meu fardo fique menor. Falo pros meus filhos fatalidades acontecem e ninguém está livre, foi esse menino poderia ser um dos meus, como pode ser ainda ninguém está livre, só que se acontecer antes de culpar qualquer pessoa ou autoridade vou analisar o meu filho pq melhor do que ninguém sei até cada um deles é capaz de ir. Quem tem adolescente em casa sabe que luta com um leão por dia até que criem juízo.

 

 

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