Por: Ozias Alves Jr. | 07/01/2019

Em 1999, o Biguaçu em Foco entrevistou funcionários sobre as histórias do museu. Concordaram em falar, desde que não fosse relevada a identidade deles. Eles queriam evitar comentários maldosos dos incrédulos. Afinal, nem todos acreditam. Entre funcionários do museu, há aqueles que dizem nunca terem ouvido nada.

O funcionário Luiz Carlos Corrêa, na época com 47 anos, concordou em contar sua experiência- ele afirma que viu a “procissão dos mortos.”

Segundo a crença popular, à meia noite do dia de finados, espíritos de mortos enterrados no cemitério ao lado da igreja de São Miguel saem em procissão ao redor do casarão do Museu Etnográfico.

Luiz conta que ele, a esposa, um cunhado e uma cunhada passaram de carro na frente do museu em 1994 ou 1995.

E só fosse eu que visse, até poderia dizer que foi um delírio de minha cabeça, mas minha esposa e meus cunhados que estavam comigo, todos eles viram o que eu vi”, relata Luiz.

Os espíritos estavam andando de dois em dois com uma vela na mão. Não dava de ver os rostos, tampados por um longo capuz.

Eu tentei ver o rosto deles, mas eles viraram o rosto em direção ao casarão”, conta Luiz.

Tem um quadro do museu do Franklin Cascaes. Lá mostra exatamente como é a procissão”, relata Corrêa, que não ficou para ver o final da procissão. Pisou o pé no acelerador do carro e sumiu da área.

Quando conto esta história, tem pessoas que dizem ser isso uma besteira, como uma mulher que dizer não acreditava. E num finados ela ficou na janela de casa para ver a procissão dos mortos. E ela viu”, afirma Luiz Carlos.

 

OUTRO RELATO

Recebemos o relato da leitora Márcia, cujo sobrenome fica aqui em sigilo. Aqui o relato dela: “A história sobre fantasma que contarei foi vivenciada na década de 1960 por meu avô João Carlos da Rosa. Ele faleceu na década de 1970.

Contava ele que voltava da casa de meu pai, que residia na Praia Comprida, São José.

Era noite, véspera de finados. Meu avô vinha de Praia Comprida em direção ao Centro Histórico, São José, mas precisamente para a rua do Bom-Fim.

Meu avô voltava sozinho para casa, já muito tarde da noite, quando, sob a Figueira que ficava na esquina do acesso à sua residência, passou por ele uma extensa procissão.

Este fato chamou sua atenção por se tratar de uma procissão já muito tarde, por volta da meia-noite e quase no dia de finados.

Porém em sinal de respeito, meu avô, a quem chamava de vô Joca, tirou o chapéu da cabeça e fez reverência ao cortejo.

Segundos depois, levantou os olhos e aterrorizado percebeu que compunham a procissão, vários conhecidos seus já falecidos.

Ele sofria de asma e contava que seu horror foi tamanho que teve uma grave crise que quase o levou para a fileira da procissão dos mortos que via a sua frente.

Desde esse acontecimento meu avô não dormia no escuro e deu muito trabalho para minha avó.

 

PESQUISA

O jornalista Ozias Alves Jr vem coletando histórias paranormais dos leitores- histórias de espíritos, OVNIS, poltergeist etc. Quem quiser participar da pesquisa, que entre em contato com o jornalista pelo fone/whatsApp (48) 9-9616-7773.

O jornalista agradece as pessoas que já o contataram para contar suas histórias.

 

 

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