Por: Ozias Alves Jr. | 10/01/2019

Chamamos a atenção para a falta dos serviços do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) desde outubro do ano passado em Biguaçu.

A prefeitura, que cancelou o contrato com o ISEV (Instituto Saúde e Vida), dispensou os socorristas que prestavam serviços nas ambulâncias do SAMU.

Em suma: a população de Biguaçu está há quase quatro meses sem atendimento do SAMU. Se alguém estiver precisando de socorro na cidade, terá de buscar ajuda em SAMUs de outros município ou pegar seu próprio carro e levar o cidadão ao hospital mais próximo (desde que não seja o hospital de Biguaçu, pois não possui emergência).

Mais um detalhe chama a atenção. A vereadora Magali reclama que seus questionamentos simplesmente não são respondidos. O último deles foi justamente qual a razão da demissão dos socorristas do SAMU em outubro último e onde foi parar o dinheiro que o governo federal continua repassando para custear esse serviço.

Mesmo sendo obrigatória a resposta, o prefeito Ramon Wollinger (PSD) e sua secretária de saúde simplesmente não respondem. Esta última, por exemplo, simplesmente recusa-se a receber a vereadora Magali Prazeres em reunião.

Não é apenas a vereadora Magali que reclama da falta de informações. O seu colega, vereador João Domingos Zimmermann (Nino) (MDB), também não tem seus questionamentos respondidos. Aliás, só para se ter uma ideia, os vereadores da bancada do MDB tiveram de ingressar com um Habeas Data, um processo no qual pedem na justiça que a prefeitura responda de uma vez por toda os questionamentos.

Por lei, o prefeito não pode negar responder questionamentos sob pena até mesmo de sofrer impeachment. Mas como ele tem a maioria na câmara, tal hipótese é descartada.

Só resta a justiça. O problema é que a justiça demora uma eternidade. Aliás, é nisso que o prefeito Ramon aposta suas fichas para empurrar com a barriga qualquer resposta e vencer os questionadores no cansaço.

Por outro lado, o atual presidente Jair Bolsonaro (PSL) está dando o exemplo de total transparência. A partir de agora, os empréstimos nos bancos públicos não serão guardados a sete chaves. Serão divulgados para quem quiser conferir.

A falta de transparência é o “combustível” das irregularidades. A chave de um Brasil melhor é a transparência.

Mas a atual gestão da prefeitura de Biguaçu anda na contramão do que vem ocorrendo no governo federal. É impressionante a falta de um mínimo de transparência, até mesmo elementar.

Mas vamos adiante. Estamos firmes e fortes nos questionamentos. Se o prefeito acha que vai escapar de dar explicações, está muito enganado. Uma hora vai ter que dar. Como diz o ditado, “a justiça tarda (às vezes por muito tempo), mas não falha.”

Mas que vergonha, né, Ramon! O poder subiu-lhe à cabeça. Aliás, Abraham Lincoln (1809-1865) disse essa bela verdade: “Se quiser pôr à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.

Na realidade, Ramon não responde porque tem muito a esconder. Aliás, ele tem tanto a esconder que, no ano passado, não quis apresentar-se pessoalmente na Câmara Municipal para responder questionamentos. Sua bancada de apoio, que era a maioria da câmara, não aprovou o requerimento de convocação.

Ué! Se Ramon faz uma administração “ilibada”, “cândida”, “séria” e “competente”, por que não é homem suficiente para dar explicações na câmara e responder os questionamentos?

Haja velha política e dá-lhe “República do Deltaville”!

Moradores pedem à prefeitura colocar quebra-molas na rua Major Livramento. (Foto Divulgação)

 

 

Ozias Alves Jr

Editor

 

 

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